<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923</id><updated>2011-09-19T19:51:54.515-03:00</updated><category term='Pilhas'/><category term='Florianópolis'/><category term='Como fazer'/><category term='Pesquisas'/><category term='Logística reversa'/><category term='Óleo Vegetal'/><category term='Pontos de Coleta'/><category term='Lâmpadas'/><category term='vidro'/><category term='resíduos tóxicos'/><category term='Alumínio'/><category term='São Paulo'/><category term='Entulho de obras'/><category term='Materiais'/><category term='Incentivos'/><category term='materia-prima'/><category term='reciclagem'/><category term='Projetos'/><category term='Legislação'/><category term='Negócios'/><category term='economia'/><category term='Amálgama'/><category term='Rio de Janeiro'/><category term='Estatísticas'/><category term='Oportunidades'/><category term='Projetos Incentivos'/><category term='Programa_de_Reciclagem'/><category term='Óleo_Vegetal São_Paulo'/><category term='reciclagem 3R'/><category term='Natal'/><category term='Eletrodomésticos'/><category term='contaminação'/><category term='Aterros Sanitários'/><category term='Eletrônicos'/><category term='Tendências'/><category term='PNRS'/><category term='Informalidade'/><category term='Condomínio'/><category term='Pneus'/><category term='Cenários'/><category term='Municípios'/><category term='Como fazer educação'/><category term='Coleta Seletiva'/><category term='Reutilize'/><category term='Inovação'/><category term='Lixões'/><title type='text'>Quero Reciclar</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://blog.queroreciclar.com.br/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Joao C.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-dWcFSZdfnfU/TVxib6sAqYI/AAAAAAAAABg/7t8_BCC9AMM/s220/joao.png'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>39</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-1660415198845636651</id><published>2011-01-29T10:41:00.000-02:00</published><updated>2011-01-29T10:43:03.263-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vidro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Logística reversa'/><title type='text'>Fabricantes de embalagens de vidro propõem plano de logística reversa ao MMA</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana; "&gt;&lt;h3 style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; line-height: 20px; font-size: 12px; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;a href="http://mercadoetico.terra.com.br/website/wp-content/uploads/2011/01/vidro_250.jpg" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(51, 51, 51); text-decoration: underline; font-weight: bold; "&gt;&lt;img class="alignleft size-full wp-image-32418" src="http://mercadoetico.terra.com.br/website/wp-content/uploads/2011/01/vidro_250.jpg" alt="" style="margin-top: 0px; margin-right: 18px; margin-bottom: 2px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; float: left; " /&gt;&lt;/a&gt;A Associação Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro (Abividro) encaminhou ao Ministério do Meio Ambiente (MMA), na segunda-feira (17/01), um plano de implementação de logística reversa para o setor, comprometendo-se a recolher, depois de usados pelo consumidor final, todo tipo de embalagem de vidro.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; line-height: 20px; font-size: 12px; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;A ação se antecipa à vigência efetiva da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), sancionada pelo ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em dezembro de 2010. Para começar a valer de fato, o governo federal tem até junho de 2011 para elaborar uma proposta referente à nova lei que inclua, entre outros aspetos, metas de redução e reciclagem de resíduos e prazos para os diversos setores se adequarem às novas obrigações.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; line-height: 20px; font-size: 12px; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;Segundo Lucien Belmonte, superintendente da Abividro, o plano da entidade consiste fundamentalmente em constituir uma gerenciadora no Brasil com o papel de intermediar as relações com o poder municipal, cooperativas de catadores, beneficiadoras, fabricantes de vidro e envasadoras. A entidade será responsável por coordenar a participação dos municípios, capacitar e credenciar cooperativas de catadores e beneficiadoras, negociar operações de compra e venda de recicláveis triados, além de promover campanhas de conscientização sobre reciclagem.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; line-height: 20px; font-size: 12px; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;“A estimativa é que após quatro anos de sua instalação, a gerenciadora faça com que o índice de reciclagem do setor vidreiro atinja 50%. Em termos financeiros, equivale a dobrar os atuais R$ 60 milhões movimentados por ano pelo setor”, afirma Belmonte. “Se os esforços resultarem na adesão de todos os envasadores existentes no país e de todos os municípios brasileiros, o valor movimentado pela reciclagem do vidro pode atingir R$ 220 milhões por ano”.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; line-height: 20px; font-size: 12px; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;Dados da Abividro indicam que hoje se recicla bem menos do que a metade do que é produzido, algo em torno de 1 milhão de toneladas por ano. São embalagens de vidro usadas para bebidas, produtos alimentícios, medicamentos, perfumes, cosméticos e outros artigos que vão parar direto no lixo, correspondendo em média a 3% dos resíduos urbanos. “Um desperdício para um material que poderia ser totalmente reaproveitado”, diz Belmonte.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; line-height: 20px; font-size: 12px; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;Segundo o superintendente, as indústrias vidreiras irão investir inicialmente R$ 10 milhões na criação da gerenciadora, que será administrada por uma equipe profissional independente e terá um conselho composto por membros das várias instâncias envolvidas. “Para que a gerenciadora execute suas funções, a Abividro vai investir até R$ 60 milhões por ano”.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; line-height: 20px; font-size: 12px; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;De acordo com a Abividro, o modelo proposto foi inspirado nas práticas de reciclagem adotadas com sucesso em países europeus, onde a precursora foi a Alemanha, que em 1991 instituiu uma agência gerenciadora para centralizar o processo, cuja responsabilidade é a de coordenar a logística reversa de materiais utilizados em embalagem em âmbito nacional. O plano foi desenvolvido pelo Monitor Group, uma consultoria de estratégia.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; line-height: 20px; font-size: 12px; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: x-small; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;(Instituto Akatu)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-1660415198845636651?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/1660415198845636651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/1660415198845636651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2011/01/fabricantes-de-embalagens-de-vidro.html' title='Fabricantes de embalagens de vidro propõem plano de logística reversa ao MMA'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-3594681311178165271</id><published>2010-12-21T18:26:00.001-02:00</published><updated>2010-12-21T18:28:57.555-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Programa_de_Reciclagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Negócios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inovação'/><title type='text'>Tom Szaky e o lixo que transforma o mundo</title><content type='html'>&lt;a href="http://mercadoetico.terra.com.br/website/wp-content/uploads/2010/12/tom.jpg"&gt;&lt;img class="alignleft size-full wp-image-31252" src="http://mercadoetico.terra.com.br/website/wp-content/uploads/2010/12/tom.jpg" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;Tom Szaky tinha apenas 19 anos quando decidiu criar a TerraCycle. O que seria apenas uma empresa de fertilizantes feitos de húmus de minhoca se expandiu para uma companhia internacional que hoje fabrica diversos produtos sustentáveis reutilizando materiais que iriam para o lixo, enquanto ajuda comunidades e ONGs carentes, reforça o conceito de responsabilidade sociambiental em grandes empresas e prova que boas ideias e trabalho duro são a fórmula ideal para transformar o mundo. &lt;p&gt;Seu modelo de negócio busca ser, ao mesmo tempo, bom para o planeta e para as pessoas. Para isso, inclui diversos membros da sociedade em uma parceria que traz benefícios para todos. Tudo começar com um time de coleta seletiva (formado por uma organização civil, empresa ou mesmo um grupo de vizinhos) que arrecada os materiais indicados no site e enviam gratuitamente para a Terracycle.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A companhia, por sua vez, transforma esses materiais em produtos novos, que são vendidos em grandes redes varejistas parceiras, como a Walmart. Depois, parte do valor arrecadado com as vendas retorna para a comunidade de onde o material foi enviado e é doada para uma instituição indicada pelo grupo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Hoje a TerraCycle já está presente em seis países, incluindo o Brasil, e doa cerca de US$ 100 mil para entidades carentes por mês. Este ano, a expectativa é de que o faturamento global chegue a US$ 15 milhões, o dobro do último ano, com a venda de uma linha com 400 produtos diferentes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para contar como atingiu sucesso mundial utilizando um modelo totalmente novo de empreendedorismo, Szaky publicou em 2008 seu primeiro livro: Revolution in a Bottle: How TerraCycle is Redefining Green Business (Revolução em uma garrafa: Como a TerraCyle está Redefinindo os Negócios Ambientais).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nessa entrevista exclusiva para o Portal EcoD, Szaky fala sobre os rumos dos negócios sustentáveis, o papel vital do consumidor e o seu desejo de mudar o mundo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Portal EcoD -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Quando você percebeu que trabalhar com lixo poderia ser um bom negócio?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tom Szaky - &lt;/strong&gt;Há muito tempo que queria começar um negócio com lixo. Eu saí da Hungria Comunista e me mudei para o Canadá. No oeste tinha tanto lixo, eu nunca tinha visto nada assim na Hungria. E mesmo ainda muito jovem eu vi a oportunidade. Se eu pudesse criar produtos feitos a partir do lixo eu não teria custos com material. Quando eu fui para a Universidade de Princeton eu vi quanta comida era jogada fora nas cafeterias. Então eu aprendi a compostar utilizando minhocas com alguns amigos e fundei a TerraCycle utilizando os animais para converter alimento jogado fora em fertilizante orgânico.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Portal EcoD -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Qual a importância de envolver os consumidores no desenvolvimento e fabricação dos produtos?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tom Szaky - &lt;/strong&gt;O modelo da TerraCyle é único exatamente porque envolve produtores, varejistas e consumidores de uma forma totalmente nova. Fazendo com que os compradores ajudem a coletar o material você os está engajando no seu modelo de negócio e transformando eles em embaixadores da marca, que irão ajudar a espalhar a ideia da Terracycle para todo o mundo e ainda comprarão os produtos que eles ajudaram a produzir.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Portal EcoD -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Por que você acredita que a TerraCycle tem feito tanto sucesso em diversos países?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tom Szaky - &lt;/strong&gt;Eu credito o sucesso da TerraCycle ao desejo dos consumidores de se tornarem mais sustentáveis. As pessoas estão buscando ser mais responsáveis ambientalmente e os programas da TerraCycle são divertidos, fáceis e ajudam as comunidades locais. Nossos programas de Brigadas são uma forma gratuita de ensinar às crianças sobre meio ambiente enquanto ainda geram dinheiro para a escola local e para a caridade. Então qualquer um pode participar, todos podem compreender o que estão fazendo e isso tem ajudado muito no nosso crescimento!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Portal EcoD -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Você acha que a consciência dos consumidores está mudando?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tom Szaky - &lt;/strong&gt;Eu espero que sim! Mais e mais empresas estão fabricando produtos eco-friendly ou socialmente responsáveis e isso acontece por causa do aumento da demanda dos consumidores. Eu acredito seriamente que a maneira de mudarmos o mundo dos negócios é fazendo com que os consumidores votem com seus dólares. Se nós continuarmos a demandar mais produtos responsáveis, mais as empresas irão responder a isso.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Portal EcoD -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Uma vez você afirmou que as pessoas querem comprar produtos sustentáveis, mas elas não querem pagar a mais por isso. Porém, alguns empreendedores afirmam que isso é impossível, já que os custos de produzir algo ecologicamente correto são muito maiores que de um produto regular. Como tornar essa equação possível?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tom Szaky - &lt;/strong&gt;Utilizando lixo! Como nós utilizamos materiais descartados, que tem pouco ou nenhum valor, nós podemos tornar nossos produtos mais acessíveis. Embora seja verdade que às vezes produtos verdes custam mais caro para serem feitos, isso é mais um esforço de marketing. Utilizando matérias-primas e energia renováveis, as empresas podem economizar dinheiro de fato.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Portal EcoD -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Qual a importância de acessibilizar os produtos sustentáveis para os consumidores em larga escala?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tom Szaky - &lt;/strong&gt;Eu acho essencial que os produtos verdes se tornem mais amplos. Nosso planeta tem recursos limitados e se não conseguirmos criar novas fontes de matéria-prima e fabricar nossos produtos de maneira responsável, isso será terrível para o planeta.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mas isso não significa que só porque são sustentáveis os produtos não podem ser luxuosos, todas as classes sociais devem ter acesso a produtos responsáveis e acessíveis. É por isso que a TerraCycle busca fabricar produtos tão acessíveis e vendê-los em grandes varejistas em todo o mundo, assim a maioria dos consumidores podem ter acesso fácil a esses produtos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Portal EcoD -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Você foi nomeado “o CEO nº1 abaixo dos 30 anos” pela revista Inc., em julho de 2006, e é considerado um exemplo de um novo modelo de empreendedor. Você acha que o futuro pertence aos “ecocapitalistas”?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tom Szaky - &lt;/strong&gt;Acho sim. Mas acho que todos os capitalistas se tornarão “ecocapitalistas”. Por todas as razões que já discutimos, à medida que os consumidores demandarem mais produtos ecológicos, mais as empresas terão que reagir, e à medida que os recursos naturais forem se tornando mais escassos, eles também vão se tornar mais caros, forçando as companhias a encontrarem soluções mais sustentáveis para suas matérias-primas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Portal EcoD -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Qual o seu conselho para alguém que queira investir em um negócio sustentável, mas ainda não está totalmente segundo quanto a isso?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tom Szaky - &lt;/strong&gt;Assuma o risco! Você nunca vai alcançar seus sonhos se você não tentar. Mas tenha a certeza de ter planejado todos os riscos envolvidos e de ter um bom plano de negócio que irá te guiar nos momentos difíceis.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Portal EcoD -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Nessa curta, porém intensa jornada, o que foi mais marcante para você?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tom Szaky - &lt;/strong&gt;Que nenhuma jornada é fácil, nenhum negócio simplesmente decola e começar a gerar muito dinheiro. Você tem que estar comprometido com seus sonhos e trabalhar duro para que eles se tornem realidade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Portal EcoD -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Quem são seus ídolos?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tom Szaky - &lt;/strong&gt;Eu acho que o Dr. William McDonough, que escreveu Berço a Berço (Cradle-to-Cradle) e Paul Hawken, que escreveu Capitalismo Natural. Esses dois livros me inspiraram a fundar a TerraCycle e eu acredito que podem inspirar outras pessoas também.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Portal EcoD -&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;O que te inspira?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tom Szaky - &lt;/strong&gt;Eu quero mudar a forma como o mundo faz negócios. Eu acredito que os negócios podem ser bons para a sociedade e para o planeta se forem conduzidos da forma correta. Eu espero que a TerraCycle possa provar isso um dia.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;(Publicado por &lt;a href="http://http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/tom-szaky-e-o-lixo-que-transforma-o-mundo/?utm_source=newsletter&amp;amp;utm_medium=email&amp;amp;utm_campaign=mercado-etico-hoje"&gt;Mercado Ético&lt;/a&gt;, portagem de EcoD)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-3594681311178165271?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/3594681311178165271'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/3594681311178165271'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/12/tom-szaky-e-o-lixo-que-transforma-o.html' title='Tom Szaky e o lixo que transforma o mundo'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-6712925235482427114</id><published>2010-11-20T15:36:00.002-02:00</published><updated>2010-11-20T15:38:16.696-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Como fazer educação'/><title type='text'>Sete formas de reduzir a geração de lixo</title><content type='html'>&lt;p&gt;     &lt;/p&gt;&lt;a href="http://mercadoetico.terra.com.br/website/wp-content/uploads/2010/11/lixo1.jpg"&gt;&lt;img src="http://mercadoetico.terra.com.br/website/wp-content/uploads/2010/11/lixo1.jpg" alt="" title="" class="alignleft size-full wp-image-29979" /&gt;&lt;/a&gt;Os  três famosos R´s de Reduzir, Reutilizar e Reciclar são descritos sempre  nessa ordem por um motivo: evitar a geração de lixo é o primeiro e mais  importante passo para diminuir todos os problemas gerados pelo excesso  de resíduo do planeta. E para te ajudar a colocar esse principio em  prática, listamos algumas formas simples e eficientes de reduzir o lixo  produzido em sua casa. Confira: &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Elimine os descartáveis de sua vida&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Esse é o primeiro passo para se livrar do lixo. Hoje em dia  consumimos coisas descartáveis diariamente sem nem perceber. É o  saquinho do açúcar na padaria, o guardanapo, a embalagem do feijão  preparado no almoço, o saquinho do picolé, o canudo e copo do  refrigerante, e até a máquina fotográfica de alguns eventos. Pare um  pouco e pense em quantas coisas você já jogou fora somente hoje?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Muitos produtos são feitos para serem jogados fora logo após o seu  uso, mas isso tem causado consequências sérias para o planeta, como a  exploração excessiva dos recursos naturais e a geração de toneladas de  lixo que contamina o solo, o ar e os recursos hídricos, colocando  inúmeras espécies em risco - inclusive a nossa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Por isso é tão importante eliminar o máximo possível de descartáveis  da sua vida. Assim, sempre que for consumir qualquer coisa, desde água  no escritório até pratos e talheres na festa de aniversário do vizinho,  observe se não existe uma alternativa que não seja descartável. Em vez  do copinho plástico, beba a água em um copo ou caneca reaproveitável.  Faça o mesmo com os talheres e pratos da festa e deixe o descartável de  lado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Compre a granel&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em vez de comprar alimentos em embalagens padronizadas, experimente  comprar somente a quantidade que você precisa. Além de evitar as  embalagens (plásticas, em sua maioria) você evita o desperdício ao levar  para casa apenas o que você precisa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Diversas feiras e supermercado dão a opção de compra a granel, alguns  são até mais baratos que os tradicionais. É possível inclusive  encontrar alimentos orgânicos vendidos em quantidade individual e com  preços bem acessíveis. Outra dica é utilizar embalagens retornáveis  (como aqueles sacos plásticos vedáveis) e utilizá-los sempre que for  comprar determinado produto.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Invista em refil&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Produtos com refil são grandes aliados na redução do lixo. Você  compra apenas uma embalagem e a utiliza diversas vezes antes de  reaproveitar ou encaminhar para a reciclagem.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Já que sua intenção é comprar o conteúdo, e não a embalagem, produtos  com refil fazem todo o sentido. Para melhorar, os refis costumam ser  mais baratos. Menos lixo, menos gastos e a mesma eficiência!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Recuse correspondências desnecessárias&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Sabe aqueles cartões e catálogos de lojas que você sabe que nunca vai  comprar? Ligue para a empresa e solicite o cancelamento. Faça isso o  quanto antes e evite que novas correspondências sejam enviadas para a  sua casa desnecessariamente.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Além de evitar a geração de lixo, você colabora com o clima do  planeta, já que muitas dessas cartas são enviadas até a sua cidade em  aviões que emitem toneladas de CO2 no planeta todos os anos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;E quando for enviar cartões de aniversário, natal e outras datas  especiais, avalie as opções virtuais. O importante é a lembrança e a  intenção de mandar o cartão. Hoje em dia já tem até quem envie convites  virtuais, poupando dinheiro, tempo e evitando o lixo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Leia jornais e revistas on-line&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Uma forma de evitar o gasto de papel e tinta de revistas e jornais,  além da energia e combustível utilizados para produzir e distribuir  esses produtos, é lendo os conteúdos na internet. Muitas publicações já  disponibilizam parte ou todas as informações em versões on-line, que  podem até ser gratuitas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Se forem pagas, vale a pena se informar dos valores e se tornar  assinante de algum desses veículos. Além de reduzir o lixo você também  tem a vantagem de ter acesso a esses conteúdos a qualquer momento e em  qualquer lugar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Conserte&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quebrou? Nada de jogar no lixo! Antes de recorrer ao primeiro coletor  que encontrar no caminho, veja se não é possível reparar aquele produto  ou equipamento. Procure uma assistência técnica, um especialista ou  aquele amigo jeitosinho e veja se não dá para evitar esse lixo e, de  quebra, economizar uma graninha!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Faça você mesmo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Cada vez que compra algo que você poderia ter feito, você está  perdendo a oportunidade de reduzir o seu consumo. Desde o molho de  tomate até o gloss natural, muitas coisas podem ser feitas em casa, como  faziam nossas avós.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A redução do lixo é apenas uma das vantagens de aderir a essa  prática. Saber detalhadamente tudo que foi utilizado naquele produto ou  ainda poder dizer que foi você mesmo quem fez pode tornar tudo mais  prazeroso.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com essas dicas é possível fazer a sua parte e dar uma folga à  lixeira. E lembre-se: se não foi possível evitar a geração de algum  resíduo, tente reutiliza-lo antes de jogar fora, e recicle o que não  puder reaproveitar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(fonte: EcoD em  http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/sete-formas-de-reduzir-a-geracao-de-lixo/?utm_source=newsletter&amp;amp;utm_medium=email&amp;amp;utm_campaign=mercado-etico-hoje)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-6712925235482427114?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/6712925235482427114'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/6712925235482427114'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/11/sete-formas-de-reduzir-geracao-de-lixo.html' title='Sete formas de reduzir a geração de lixo'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-6306935490570985421</id><published>2010-09-21T12:40:00.000-03:00</published><updated>2010-09-21T12:40:15.282-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Municípios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cenários'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PNRS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pesquisas'/><title type='text'>Os municípios e a Política Nacional de Resíduos Sólidos</title><content type='html'>&lt;p&gt;Atualmente, 63,6% dos municípios brasileiros encaminham seus resíduos sólidos para lixões, 18,4% para aterros controlados, 13,8% para aterros sanitários e 4,2% utilizam queima controlada e mecanismos de triagem e reciclagem. A gestão dos resíduos sólidos é um dos grandes desafios da sustentabilidade e do desenvolvimento: somente os EUA descartam mais de 217 milhões de toneladas anuais de resíduos sólidos (594.520 mil toneladas/dia); no Brasil são 87,6 milhões de toneladas/ano ou 240 mil toneladas/dia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A maioria dos municípios brasileiros tem dificuldades de gerenciar seus resíduos principalmente pela falta de recursos e pouca capacidade técnica na gestão de seus serviços de limpeza pública, coleta seletiva, organização e tratamento adequados. A formação de consórcios municipais ou inter federativos facilitará a sustentabilidade ambiental e econômica, financiamento adequado e capacitação técnica e gerencial dos recursos humanos envolvidos, possibilitando a inclusão social em nível regional através da formação de cooperativas e associações de trabalhadores em reciclagem, indispensáveis na implantação da logística reversa e da responsabilidade compartilhada prevista pela Lei 12.305/2010. Podem ser feitos acordos setoriais entre as esferas de governos e os setores empresariais para facilitar a gestão, principalmente da logística reversa. O Ministério do Meio Ambiente através da Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano é o principal articulador institucional da Política Nacional de Resíduos Sólidos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A grande dimensão territorial do Brasil com realidades distintas e problemas diferenciados de acordo com o desenvolvimento econômico das regiões e municípios, torna indispensável elaborarem-se planos regionais e municipais integrados de gestão dos resíduos sólidos, inclusive como condição básica para acesso aos recursos disponibilizados pela União e Estados ou por estes gerenciados e/ou financiados. A garantia de participação, informação e controle social também são grandes contribuições que os municípios poderão realizar, organizando os cidadãos para a responsabilidade compartilhada e incentivando a inserção econômica e produtiva dos trabalhadores cooperativados, dinamizando as economias locais através da geração de renda e melhoria da qualidade de vida dos munícipes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Certamente a lei 12.305/2010 vai incentivar as pessoas a se envolverem mais na questão da destinação dos resíduos, aumentando a necessidade de atenção que os municípios deverão ter nesta atividade, sendo indispensáveis departamentos e secretarias capacitadas, com recursos humanos, logística, equipamentos e financiamento adequados, integradas com o conjunto de serviços municipais e com as atividades econômicas desenvolvidas em suas áreas de ação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;fonte: artigo de Antonio Silvio Hendges no EcoDebate&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Antonio Silvio Hendges, articulista do EcoDebate, é Professor de biologia e agente educacional no Rio Grande do Sul&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br class='final-break'  /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-6306935490570985421?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/6306935490570985421'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/6306935490570985421'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/09/os-municipios-e-politica-nacional-de.html' title='Os municípios e a Política Nacional de Resíduos Sólidos'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-1447091854444812668</id><published>2010-09-17T16:02:00.001-03:00</published><updated>2010-09-19T11:06:11.313-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resíduos tóxicos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reciclagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='contaminação'/><title type='text'>Lixo perigoso: Mercúrio de uma lâmpada fluorescente contamina 20 mil litros de água e se acumula no organismo humano</title><content type='html'>&lt;p&gt;Pilhas, baterias automotivas, de celulares e outros aparelhos portáteis, lâmpadas, eletroeletrônicos, pneus, termômetros de mercúrio, embalagens de agrotóxicos, de tintas e de solvente. Todos esses materiais são considerados perigosos à saúde e ao meio ambiente quando descartados incorretamente. Por não se degradarem, contaminam o solo, a água, os animais e as plantas do entorno se encaminhados aos lixões. “Se são dispostos num aterro comum, as substâncias tóxicas penetram e contaminam solo e água, e isso chega até nós”, alerta Priscila Flores Magnano, acadêmica de engenharia ambiental da UFRGS e funcionária da Secretaria de Meio Ambiente de Porto Alegre (SMAM). &lt;a href="http://www.programavidaorganica.com.br/portal/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=402:lampadas-pilha&amp;amp;catid=44:especiais&amp;amp;Itemid=172" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.programavidaorganica.com.br/portal/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=402:lampadas-pilha&amp;amp;catid=44:especiais&amp;amp;Itemid=172');"&gt;Reportagem&lt;/a&gt; de Danuza Mattiazzi, no &lt;strong&gt;Portal Vida Orgânica&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O perigo está nos metais pesados presentes nesses aparelhos, como mercúrio, chumbo, zinco e manganês. A quantidade de mercúrio em uma lâmpada fluorescente comum, por exemplo, polui cerca de 20 mil litros de água. Através da ingestão direta dessa água contaminada ou de alimentos irrigados com ela, as substâncias tóxicas chegam ao organismo humano, que não consegue metabolizá-las. Portanto, os metais se acumulam no organismo, o que pode gerar doenças como anemia, paralisia parcial, câncer e até mutações genéticas, além de prejudicar o sistema nervoso central, fígado, rins e pulmões.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por isso, o descarte desses produtos deve ser diferenciado dos demais recicláveis. É necessária a descontaminação dos objetos perigosos e encaminhamento para aterros especiais. A lei que estabelece a Política Nacional de Resíduos Sólidos, sancionada em 2 de agosto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, estabelece que as fabricantes e lojas recebam de volta os itens e providenciem o destino correto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img title="Fluorescentes: com descarte correto, são recicladas e não poluem." src="http://lh5.ggpht.com/_1-yhusziaw0/TJVJI9LwxeI/AAAAAAAAABg/u3sIljWHD2o/s800/noticias_grande_lampda.jpg" height="210" align="left" width="275" /&gt;Em Porto Alegre, uma resolução do Conselho Municipal de Meio Ambiente obriga, desde 2006, as empresas que produzem ou comercializam lâmpadas, pilhas e baterias a oferecerem postos de coleta e dar destino adequado aos materiais. Caso não cumpram a regra, os estabelecimentos podem ser multados. Denúncias sobre empresas que se negam a receber os produtos podem ser feitas pelo telefone 3289-7595, com a equipe de resíduos sólidos da SMAM. No &lt;a href="http://www2.portoalegre.rs.gov.br/dmlu/default.php?p_secao=98" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www2.portoalegre.rs.gov.br/dmlu/default.php?p_secao=98');" target="_blank"&gt;site &lt;/a&gt;do Departamento de Limpeza Urbana de Porto Alegre (DMLU), há uma lista dos pontos de recebimento de resíduos perigosos. &lt;a href="http://lproweb.procempa.com.br/pmpa/prefpoa/smam/usu_doc/pontos_papa-pilhas.pdf" onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/lproweb.procempa.com.br/pmpa/prefpoa/smam/usu_doc/pontos_papa-pilhas.pdf');" target="_blank"&gt;Clique aqui e veja os locais.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eduardo Fleck, engenheiro químico do DMLU, explica que os municípios não coletam esses resíduos. “Todo comerciante tem um licenciamento pela SMAM em que alguns condicionantes ao destino são estabelecidos. Em Porto Alegre, as empresas têm o dever legal de dar o destino adequado e a SMAM vai cobrar que não seja somente a recepção do material, mas que seja dado o tratamento adequado, em vez de só receber e depois colocar no lixo comum”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Números&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O engenheiro diz que não há um número preciso de lixo perigoso descartado atualmente na capital gaúcha: “podemos estimar que o descarte de pilhas e baterias está na casa de alguns milhões por ano”. Em pesquisa que realizou em 2005, Eduardo concluiu que eram consumidas entre 9,5 milhões e 11,5 milhões de pilhas anualmente na cidade. Segundo a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (ABINEE), são produzidos cerca de 1,2 bilhões de pilhas e baterias por ano no Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img title="Metais pesados das pilhas penetram no solo e contaminam a água." src="http://www.programavidaorganica.com.br/portal/images/stories/noticias_grande_pilhas.jpg" border="0" height="210" alt="" align="left" width="275" /&gt;A partir de 2011, o governo federal deve repassar cerca de R$ 1,5 bilhão aos estados, municípios e cooperativas para aplicação das novas normas. Um problema, porém, pode prejudicar a execução da lei. O setor empresarial terá autonomia para definir os prazos e organizar o recolhimento dos materiais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mercado informal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A venda irregular de pilhas e baterias pelos camelôs corresponde a quase 40% das vendas no país, o que agrava o problema ambiental, já que os produtos piratas não respeitam normas técnicas e apresentam quantidade de metais pesados até sete vezes maior ao permitido pela lei brasileira. Além disso, o mercado informal não realiza o descarte correto desses produtos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Reaproveitamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Se encaminhadas à descontaminação, as lâmpadas são reaproveitadas. O mercúrio presente nelas é usado na fabricação de novas lâmpadas. O vidro e o alumínio são reciclados. O chumbo, mercúrio e cádmio de pilhas e baterias também são reutilizados em novas unidades. Para isso, as pessoas devem entregar os materiais em ferragens ou em agências bancárias que fazem a coleta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os termômetros de mercúrio devem ser devolvidos às farmácias. “Em Porto Alegre, ainda há poucos locais que recebem esse item”, diz Priscila Magnano. As latas de tinta e solvente devem retornar ao fabricante. Quanto aos pneus, as pessoas também devem devolvê-los às lojas. Em Porto Alegre, pode-se fazer a entrega de pneus velhos em vinte e seis locais de recebimento do DMLU. Os pneus são recolhidos pela Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (ANIP), que encaminha à reciclagem e reaproveitamento. Para saber onde estão os postos de coleta, ligue para 3289-6979.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: Ecodebate / Fotos: Vida Orgânica&lt;/p&gt;&lt;br class='final-break'  /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-1447091854444812668?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/1447091854444812668'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/1447091854444812668'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/09/lixo-perigoso-mercurio-de-uma-lampada.html' title='Lixo perigoso: Mercúrio de uma lâmpada fluorescente contamina 20 mil litros de água e se acumula no organismo humano'/><author><name>Karina</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/_1-yhusziaw0/TJVJI9LwxeI/AAAAAAAAABg/u3sIljWHD2o/s72-c/noticias_grande_lampda.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-8750480191388214165</id><published>2010-09-11T14:13:00.002-03:00</published><updated>2010-09-19T11:48:33.492-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reciclagem 3R'/><title type='text'>Não existe lixo. Tudo é nutriente</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;img class="alignleft size-full wp-image-27725" src="http://lh3.ggpht.com/_1-yhusziaw0/TJYivArE-YI/AAAAAAAAAB0/3tY7NUatRhM/s800/urubu_canica_250-thumb.jpg" height="166" align="right" width="250" /&gt;“Nossos ‘lixos’ nos aproximam do comportamento ‘humano e sanitarista’ da matriz desta visão do mundo eurocêntrica”, ressalta Jacques Saldanha durante a entrevista que concedeu à IHU On-Line. Ao entender o marco regulatório acerca do tratamento do lixo urbano, Saldanha explica que, para ele, lixo é algo que não existe. “Tudo o que não serve, sobra ou é excretado por uma espécie será, de alguma forma, o nutriente e a fonte de sobrevivência de outra”, explica. Para ele, “tanto o plástico quanto o Bisfenol A são ícones deste momento de nossa história planetária que nos abre, por sua crise socioambiental, oportunidades de nos tornarmos alfabetizados ecológicos”.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com a aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, realizada no início de agosto, o país passa a ter um marco regulatório na área de resíduos sólidos. A lei deixa clara a diferença entre o que é resíduo e que é rejeito e reúne princípios, objetivos, instrumentos e diretrizes para a gestão dos resíduos sólidos. O projeto responsabiliza ainda as próprias empresas pelo recolhimento de produtos descartáveis e estabelece a integração de municípios na gestão dos resíduos. Além disso, segundo esta lei, toda a sociedade é responsável pela geração de lixo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Luiz Jacques Saldanha, que concedeu a entrevista a seguir por email, é engenheiro agrônomo e ambientalista.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Confira a entrevista.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;IHU On-Line –&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Como o senhor analisa esse marco regulatório para o tratamento de lixo urbano no país aprovado recentemente?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Luiz Saldanha –&lt;/strong&gt; Sem dúvida que toda a situação em que encaramos e esclarecemos o que vinha sendo levado, há décadas, de forma turva e confusa, é um passo importantíssimo. A partir daí, temos instrumentos para sabermos como enfrentaremos esta dramática vergonha que a sociedade ocidental gerou e ampliou para todos os rincões deste planeta. Parece mentira que se precisou mais de 20 anos para que esta vergonha seja não só reconhecida como, pela primeira vez, assumida.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No entanto, mesmo com este passo, a essência de ser uma vergonha continua. Isso porque ainda estamos agindo como analfabetos ecológicos. Analfabetos porque ainda não nos demos conta de todo este manancial de matérias-prima que produzimos e, ao invés de chamá-lo por seu verdadeiro nome, insistimos em denominá-lo como “resíduos”. O ecologista fundamental de nosso tempo, o gaúcho José Lutzenberg [1], dizia que muitas vezes aquilo que chamamos de poluição é uma coisa certa no lugar errado. E aqui está, no meu ponto de vista, uma coisa certa sendo conceituada de forma errada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Não existe lixo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na natureza, como nos lembra o físico e ecologista austro-norteamericano Fritjof Capra [2], não existe resíduo. Tudo o que não serve, sobra ou é excretado por uma espécie será, de alguma forma, o nutriente e a fonte de sobrevivência de outra. Ou seja, considerarmos o que nos sobra, o que excretamos ou o que não nos serve como um lixo e isso demonstra um grande desconhecimento do ambiente planetário ao qual estamos irremediavelmente ligados e visceralmente vinculados. A não ser que o que geramos como resíduo seja antinatural, artificial e/ou insalubre. Aí sim, o ciclo da vida poderá ser contaminado, intoxicado e/ou violentado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas, como ainda decidimos fazer parte desta visão de mundo ocidental, dar “nomes aos bois” nesta área de nossos “dejetos”, nossos “lixos” nos aproximam do comportamento “humano e sanitarista” da matriz desta visão do mundo eurocêntrica. Mundo que não só reverenciamos, mas também queremos imitar. Chegando até a perdoar algum “pequeno engano” como a recente exportação de containeres de lixo pela Alemanha, como vimos há poucos dias atrás no porto de Rio Grande. Assim, criar formas legais de impedir que “joguemos” tudo fora, indiscriminadamente, como viemos fazendo, sejamos entes públicos, indústrias ou consumidor comum, em nossos ambientes mais sagrados, como áreas de banhado, mangues, várzeas, pedreiras e espaços últimos de vegetação nativa… já nos coloca muito próximos do mundo limpo e saneado, como faz a Europa anglo-saxônica, por exemplo. Mesmo que ainda seja no papel e virtualmente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Próximos passos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quero destacar um avanço que considero ambientalmente importantíssimo e avançado. A inclusão do aspecto da “não geração”. Ou seja, agora nos apropriaremos desta alternativa até para discutirmos se a produção de alguma coisa pode ou não ser feita. E até mais: poderemos começar a exigir conhecermos todos os componentes de quais produtos estão no mercado atualmente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um caso extremamente ruidoso hoje é o uso indiscriminado de aditivos que as indústrias vêm colocando, há anos, indiscriminadamente, nas resinas plásticas com nosso total desconhecimento. E é sabido, cientificamente, que eles estão levando à extinção de todos os machos no planeta, por serem disruptores hormonais. O caso mais contundente é a substância química artificial chamada Bisfenol A [3]. Agora chegou o tempo de levantarmos esta possibilidade de sua “não geração”. Podemos repetir o que países do hemisfério norte estão fazendo: Proibirem legalmente, por exemplo, seu emprego em mamadeiras infantis e embalagens de alimentos, destacadamente infantis, como o Canadá e vários estados e cidades norte-americanas estão fazendo. Estão seguindo um princípio que esta norma brasileira contempla: o princípio da precaução. Estão, minimamente, protegendo a saúde de todas as gerações, tanto de seres humanos como de animais, já que estas moléculas permanecem não só nos produtos, mas no ciclo da vida e vão se acumulando indefinidamente na cadeia alimentar. Outro aspecto que quero destacar é a confirmação da responsabilidade sobre os “resíduos” de todos os partícipes em todas as fases de vida de quaisquer produtos, incluindo os agrotóxicos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;IHU On-Line –&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Que impacto a nova lei de tratamento de lixo pode ter sobre os catadores?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Luiz Saldanha – &lt;/strong&gt;Penso que total. Primeiro porque são reconhecidos como tais. Eles terem sido citados como parte integrante no processo de “tratamento dos resíduos” é fundamental. Não sei se alguma legislação de outros países integra a figura do catador de lixo como uma solução “tecnológica” que se considera social, ambiental e sanitariamente indispensável para o correto tratamento dos resíduos urbanos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vale lembrar que em 1990, quando nós, um grupo de técnicos ligados à limpeza urbana e ambientalistas, fizemos um seminário em Porto Alegre, no Instituto Goethe, que denominamos de Lixo, um instrumento de resgate social, fomos olhados com desdém e com certo desprezo por muitos tecnocratas da área do saneamento. Como foi com esta norma, estes ecologistas na prática, mesmo que inconscientes, também precisaram de vinte anos para serem reconhecidos social, técnica e legalmente. E a nível nacional! Lutzenberger sempre dizia que os catadores estavam fazendo mais pela ecologia do que, muitas vezes, o próprio ministro do meio ambiente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;IHU On-Line –&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Como o senhor vê a questão das cooperativas que devem gerir os resíduos sólidos, como sugere a nova lei?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Luiz Saldanha –&lt;/strong&gt; Aqui vem um tema bem complexo, mas muito interessante, social e tecnicamente falando. Porque, além de expandir para a definitiva inclusão dos catadores como uma das formas corretas de destino final dos resíduos, ainda se avança para o conceito de ligar esta tecnologia ao coletivo, ao cooperativismo. Ou seja, é chancelada legal e nacionalmente no ciclo de nossa sociedade estes elos que desnudam o nosso analfabetismo ecológico, só que agora em um outro plano. É admitida, efetivamente, sua existência que era somente de fato e, para muitos de nós, somente suportável.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pelo menos no papel (e na postura dos que elaboraram esta norma), estes elos perdidos e escamoteáveis passam a ser reinseridos no ciclo da vida social, não mais como dois grandes rejeitos de nossa sociedade ocidental, como “lixo” e “lixeiro”. A partir desta norma, os primeiros passam a serem vistos como matérias-primas e os outros, até então excluídos por se imiscuírem em nossas “sujeiras”, como partícipes essenciais da reciclagem dos resíduos urbanos. E isso é muito belo. E mais belo porque os dois desrespeitados e desorganizados pela negligência de nossa arrogância e pelo nosso desamor, agora são dignos de serem recebidos com tapete vermelho pelos espaços empresariais e palacianos porque já não mais viverão nos fundos de nossas casas desqualificados e misturados uns com os outros. E virão em grupos organizados e, por isso, politicamente fortes, perfeitamente visíveis e socialmente acolhidos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;IHU On-Line –&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Quais são os principais ganhos ambientais proporcionados pela reciclagem?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Luiz Saldanha –&lt;/strong&gt; Antes da reciclagem, devemos considerar que esta norma nos abriu um outro fato importantíssimo que citei anteriormente: a “não geração”. Isso nos remeterá a um dos “R’s” fundamentais já que saímos dos clássicos: reduzir, reutilizar e reciclar. Passamos a ter o direito definitivo de rejeitar. O que é muito mais intenso do que o provisório recusar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Daqui para frente, teremos condições de encaminhar para reciclagem aquilo que, desde sua fabricação, já estiver presumido o princípio da reciclagem. Deixaremos de encaminhar quaisquer coisas que, por desconhecimento, poderão estar representando um perigo para os nossos parceiros sociais da reciclagem, os catadores. Teremos, como sociedade, condições de exigir mais honestidade e transparência dos fabricantes que hoje colocam no mercado produtos sobre os quais não temos nenhum acesso sobre sua verdadeira composição. E digo isso respaldado no que a ciência está demonstrando do que têm sido os aditivos e plastificantes, por exemplo, que estão escondidos e camuflados dentro de nomenclaturas onde não constam todos os seus componentes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Este, para mim, passa a ser o princípio da reciclagem: a colocação no mercado de produtos que sejam feitos com esta perspectiva. Serem ambientalmente recicláveis e, principalmente, saudáveis para serem manuseados pelos catadores organizados em estruturas sociais como as cooperativas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;IHU On-Line –&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Há quase 18 anos o Congresso Nacional discute diferentes projetos de lei sobre o tratamento de lixo urbano e não consegue avançar. O que impedia isso?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Luiz Saldanha –&lt;/strong&gt; Pelo que expus anteriormente, podemos perceber que existia um imenso vazio no que chamei de analfabetismo ecológico. Desconhecíamos ainda, como sociedade, que os nossos “lixos”, fossem humanos ou materiais, como grandes riquezas de nossa sociedade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Friso que só a existência desta abertura legal não quer dizer que represente a mudança de percepção de nossa cultura socioambiental. Há um longo caminho a se percorrer para se transmutar este conceito de lixo humano e material. Mas esta norma mostra, depois de tantos anos, que uma mudança já ocorreu. E é esta mudança que devemos valorizar, privilegiar e elogiar. Um passo foi dado. E devemos cuidar e acalentar para que esse passo seja o patamar de outros de transformação na busca de nos alfabetizarmos social e ambientalmente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;IHU On-Line –&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;A lei vai mudar também o tratamento que se dá aos plásticos? De que forma?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Luiz Saldanha –&lt;/strong&gt; Pode-se perceber que tanto o plástico quanto o Bisfenol A são ícones deste momento de nossa história planetária que nos abre, por sua crise socioambiental, oportunidades de nos tornarmos alfabetizados ecológicos. Ícones que devem ser usados como fundamentos para as mudanças que são muito mais amplas. Elas envolvem nossa compreensão de que existem muitos interesses, tanto econômicos como sociais – e mesmo culturais –, para que fique tudo como está. Este é o desafio maior, em meu entendimento, das organizações que lidam com o ensino, com todas as formas de educação, com os direitos humanos e mesmo com a moral, a ética e a espiritualidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;IHU On-Line –&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Apenas 13% dos municípios brasileiros tem aterros sanitários. Qual a situação desses aterros? Onde as demais cidades (87%) depositam seus lixos?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Luiz Saldanha –&lt;/strong&gt; Assim como não deve existir “lixo”, da mesma forma também não deve existir “jogar-se fora” quaisquer materiais que deverão sempre retornar ao ciclo da vida. No meu entendimento, aceitar que possam existir locais para se colocar quaisquer coisas que devem ser “tratadas” de forma “sanitária”, nos remete novamente para os equívocos civilizatórios do analfabetismo ecológico.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Repito: se algo não pode ser reabsorvido pelos processos naturais da vida, este algo deve ser definitivamente banido. Devem ser efetivamente eliminadas tanto sua produção como sua fabricação. Deveremos todos ter a humildade de saber que, em nossa arrogância civilizatória, estamos errando. Bem como ter a tranquilidade de reconhecermos que estamos encarnados num planeta onde a Vida é a grande mestra e é ela que nos mostra o limite de nossa pretensão. Assim, falar em aterro, seja sanitário ou não, é somente mais um eufemismo do&lt;em&gt; status quo&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;IHU On-Line –&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Em Porto Alegre, há a lei que visa retirar os carroceiros das ruas. Como o senhor vê essa questão?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Luiz Saldanha –&lt;/strong&gt; Esta é uma questão que considero muito delicada. Reconheço que há uma convivência muitas vezes bem difícil no trato dos cavalos pelos carroceiros. No entanto, vejo que, se não tivermos uma percepção mais ampla, não conseguiremos reconhecer o óbvio de que o uso dos cavalos pelos carroceiros é somente porque não dispõem de recursos para terem uma Kombi, um caminhãozinho ou outro meio de coletarem o lixo. Assim, acho que nós, de Porto Alegre, parecemos estar sendo ecologicamente corretos com os cavalos, mas socialmente injustos com carroceiros. E me pergunto: será que as pessoas não se dão conta que este grupo de pessoas não teve outra alternativa de sobrevivência do que viver de “nossas sobras”? E será que a partir desta lei, aparecerão alternativas que foram inexistentes até agora?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Acho que não fomos muito fraternos com esta parcela da sociedade, ao não percebemos que optaram por esta via para não buscarem sua sobrevivência por outras vias, como a criminalidade ou pelo comércio da droga. Ao viverem compulsoriamente do lixo, trocaram outras “facilidades” pela dureza da vida de carroceiro. O que nos resta agora é vermos como nossa cidade vai enfrentar caminhos de sobrevivência deste grupo social.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: Mercado Ético / IHU On-Line&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br class='final-break'  /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-8750480191388214165?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/8750480191388214165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/8750480191388214165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/09/nao-existe-lixo-tudo-e-nutriente.html' title='Não existe lixo. Tudo é nutriente'/><author><name>Karina</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_1-yhusziaw0/TJYivArE-YI/AAAAAAAAAB0/3tY7NUatRhM/s72-c/urubu_canica_250-thumb.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-7116243709524587188</id><published>2010-09-10T21:02:00.002-03:00</published><updated>2010-09-19T11:51:36.857-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Como fazer'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Óleo Vegetal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pontos de Coleta'/><title type='text'>Óleo de cozinha pode ter nova serventia após o preparo dos alimentos</title><content type='html'>&lt;p&gt;O que você faz com o óleo de cozinha após fritar seus alimentos? Muita gente ainda joga esse material no ralo da pia, sem saber dos riscos que isso representa para o meio ambiente e para os cofres públicos das cidades. A receita para solucionar o problema pode ser bastante simples: reciclá-lo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="listagem_plone"&gt;&lt;strong&gt;O que são os óleos e gorduras?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essas substâncias insolúveis podem ser de origem animal ou vegetal. O óleo vegetal, que é o que dá origem aos óleos de cozinha, é obtido de várias plantas ou sementes, como o buriti, mamona, soja, canola, girassol, milho, etc.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sua constituição química é composta por triglicerídeos, que são formados da condensação entre glicerol e ácidos graxos. O que difere a gordura do óleo é o seu estado físico, já que a gordura é sólida e o óleo é líquido - ambos a uma temperatura de até 20°C.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="listagem_plone"&gt;&lt;strong&gt;Perigos para o meio ambiente e cidades&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando despejado diretamente no ralo da pia ou jogado em lixo comum, o óleo polui córregos, riachos, rios e o solo, além de entupir as tubulações e danificar o encanamento do sistema de esgoto da cidade. Quando isso acontece, é necessário utilizar produtos químicos tóxicos para solucionar o problema, o que causa ainda mais danos ambientais e prejuízo aos cofres públicos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Caso não exista um sistema de tratamento de esgoto, o óleo acaba se espalhando na superfície dos rios e das represas. Com isso, impede a passagem de luz na água, retardando o crescimento vegetal, impedindo a transferência de oxigênio, interferindo no fluxo de água e impedindo a vida nestes ecosistemas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já o óleo que acaba nos lixões ou que segue junto com a água dos rios e se acumula em suas margens é responsável pela impermeabilização do solo, impedindo que a água se infiltre e agravando o problema das enchentes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao desembocar no mar, a água poluída pelo óleo ainda gera uma reação química que libera gás metano. O mesmo acontece quando a substância entra em processo de decomposição.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="listagem_plone"&gt;&lt;strong&gt;O que pode ser feito com óleo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para amenizar a poluição causada pelo óleo de cozinha, muita gente tem optado pela reciclagem. As possibilidades são muitas: produção de resina para tintas, sabão, detergente, glicerina, ração para animais e até biodiesel.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A transformação do produto em combustível 100% renovável tem se destacado em diversos setores e iniciativas buscam incentivar a prática. No Brasil, por exemplo, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), em parceria com a Bayer, premiou uma pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) sobre produção de biocombustível a partir de óleo de cozinha.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro projeto com o mesmo foco é o &lt;em&gt;Biodiesel em casa e nas escolas&lt;/em&gt;, desenvolvido pelo Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas (Ladetel) em parceira com a Biodiesel Brasil. A iniciativa conta com a participação de universidades, escolas e empresas e já ajudou a coletar mais de 100 toneladas de óleo de cozinha para ser transformada em biodiesel.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O processo de reciclagem para a produção de biodiesel começa com a filtragem do óleo, que retira todo o resíduo deixado pela fritura. Depois toda a água misturada ao produto é removida. A depender do óleo, ele passará por uma purificação química que irá limpar os últimos resíduos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse óleo "limpo" recebe então a adição de álcool e de uma substância catalisadora. Colocado no reator e agitado a temperaturas específicas, ele se transforma em biocombustível e após o refino pode ser usado em motores capacitados para queimá-lo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="listagem_plone"&gt;Óleo de cozinha pode virar sabão&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outra opção comum de reciclagem é a transformação do óleo em sabão. É possível fazer a reciclagem em casa, basta seguir a receita abaixo:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Materiais:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;5 litros de óleo de cozinha usado&lt;/li&gt;&lt;li&gt;2 litros de água&lt;/li&gt;&lt;li&gt;200 mililitros de amaciante&lt;/li&gt;&lt;li&gt;1 quilo de soda cáustica em escama&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Preparo:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Coloque cuidadosamente a soda em escamas no fundo de um balde.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Depois, coloque a água fervendo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Mexa até diluir todas as escamas da soda.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Adicione o óleo e mexa.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Adicione o amaciante e mexa novamente.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Jogue a mistura numa fôrma e espere secar.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Corte o sabão em barras.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Atenção: A soda cáustica pode causar queimaduras na pele. O ideal é usar luvas e utensílios de madeira ou plástico para preparar a mistura.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Existem ainda outras soluções que podem evitar que o óleo seja jogado nas redes de esgoto. Um produto desenvolvido na Espanha promete solidificar o óleo e facilitar seu armazenamento, coleta e reciclagem. Batizado de Frito Limpio, o produto deve ser jogado no óleo ainda quente e após alguns minutos todo o liquido estará sólido. Basta retirar da frigideira e guardar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="listagem_plone"&gt;&lt;strong&gt;Faça sua parte&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mesmo que você não queira ou não possa reciclar o óleo em casa, ainda é possível fazer a sua parte e evitar que esse material seja descartado inadequadamente. Basta armazenar a sobra da fritura em uma garrafa PET limpa e entregar em um posto de coleta para que seja reciclado corretamente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Basta levar o óleo até uma das lojas e deixá-lo no local indicado para que siga para a reciclagem. &lt;a href="http://www.queroreciclar.com.br/pontos-de-coleta.htm"&gt;&lt;strong&gt;Veja aqui os postos de coleta&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; em todo o Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/ecod-basico-reciclagem-de-oleo"&gt;EcoD&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br class='final-break'  /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-7116243709524587188?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/7116243709524587188'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/7116243709524587188'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/09/oleo-de-cozinha-pode-ter-nova-serventia.html' title='Óleo de cozinha pode ter nova serventia após o preparo dos alimentos'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-7370591905613945676</id><published>2010-09-02T22:00:00.002-03:00</published><updated>2010-09-19T13:42:47.621-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alumínio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estatísticas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pesquisas'/><title type='text'>Latinha de alumínio permanece como o material mais reciclado no país, mostra IBGE</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;img class="alignleft size-full wp-image-27608" src="http://lh4.ggpht.com/_1-yhusziaw0/TJY2loVXY2I/AAAAAAAAACA/IvMiaHPpjRc/s800/latinhas-thumb.jpg" height="168" align="right" width="250" /&gt;O alumínio continua como a matéria-prima mais reciclada no Brasil. A pesquisa Indicadores de Desenvolvimento Sustentável (IDS) 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quarta-feira (1/9), constatou que 91,5% das latinhas de alumínios são recolhidas para reciclagem. Bem atrás, estão as embalagens PET (54,8%), o vidro (47%), as latas de aço (46,5%) e o papel (43,7%). A reciclagem das embalagens de leite longa vida e de sucos estão em último lugar (26,6%). Esse tipo de material começou a ser reciclado nos últimos dez anos e está em processo de crescimento. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A reciclagem do alumínio, que no Brasil é uma das maiores do mundo, acima dos Estados Unidos (54,2%) e Japão (87,3%), caiu em 2008 em relação a 2007, quando o índice atingiu o pico de 96,5%. Apesar da diminuição, o percentual ainda é alto e reflete o valor de mercado da sucata de alumínio, uma das mais bem pagas pelo mercado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com a Associação Brasileira do Alumiínio (Abal) 1 tonelada de latinhas (1 quilo equivale a 75 latinhas) custava R$ 2,780 mil na segunda semana de agosto. “É por conta disto que o papel, o vidro, a resina PET, as latas de aço, as embalagem longa vida, de mais baixo valor no mercado, apresentam índices de reciclagem bem menores”, diz o documento. Um dos responsáveis pela pesquisa, Judicael Clevelario acrescenta a que a separação de materiais ainda é associada à imagem do catador, normalmente uma pessoa pobre ou desempregada, e não foi incorporada na rotina do brasileiro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para os próximos anos, a avaliação é de que com o estabelecimento de preços mínimos para os materiais, além do avanços das leis ambientais, da educação e da coleta seletiva, o percentual de reciclagem possa aumentar para todos os materiais. Como fator de estímulo à prática, a pesquisa destaca que a reciclagem reduz o consumo de energia e a extração de matérias-primas, evitando a emissão de mais gases de efeito estufa. As embalagens Tetra Park (empresa de processamento e envase de alimentos), em especial, diminuem a emissão de ozônio, porque dispensam refrigeração.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/latinha-de-aluminio-permanece-como-o-material-mais-reciclado-no-pais-mostra-ibge/?utm_source=newsletter&amp;amp;utm_medium=email&amp;amp;utm_campaign=mercado-etico-hoje"&gt;Agência Brasil&lt;/a&gt; por Isabela Vieira&lt;/p&gt;&lt;br class='final-break'  /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-7370591905613945676?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/7370591905613945676'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/7370591905613945676'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/09/latinha-de-aluminio-permanece-como-o.html' title='Latinha de alumínio permanece como o material mais reciclado no país, mostra IBGE'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/_1-yhusziaw0/TJY2loVXY2I/AAAAAAAAACA/IvMiaHPpjRc/s72-c/latinhas-thumb.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-6572446934207436179</id><published>2010-09-01T17:25:00.001-03:00</published><updated>2010-09-01T17:27:26.607-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reutilize'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='economia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reciclagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='materia-prima'/><title type='text'>Com escassez de matérias-primas o lixo ganha importância econômica como fonte secundária</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/2010/09/01/com-escassez-de-materias-primas-o-lixo-ganha-importancia-economica-como-fonte-secundaria/"&gt;por Ecodebate&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img class="aligncenter" src="http://www.dw-world.de/image/0,,5928159_4,00.jpg" alt="Separação do  lixo: fonte rica de matéria-prima" height="244" width="330" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Separação do lixo: fonte rica de matéria-prima&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A separação do lixo não traz benefícios apenas ao meio ambiente: a  gestão dos resíduos passou a ser importante fonte de matéria-prima para a  indústria. No cenário de escassez de recursos naturais, reciclar dá  lucro.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O elemento químico índio, indispensável para a fabricação de telas  planas e &lt;em&gt;touch screens&lt;/em&gt;,  é raro na natureza. Especialistas  calculam que as reservas do  elemento suprirão as necessidades de  consumo por apenas mais seis a dez  anos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Também o petróleo, importante para o fornecimento de energia e base   da indústria do plástico, deverá se esgotar nas próximas seis ou sete   décadas. Outro recurso natural, o cobre, essencial para a fabricação de   aparelhos eletrônicos, por exemplo, deverá também se extinguir nos   próximos 30 anos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;“Precisamos entender que os recursos naturais são esgotáveis”, lembra   Jörg Lacher, da Confederação Alemã de Matérias-Primas Secundárias e   Eliminação de Resíduos. Essa realidade de recursos esgotáveis é   perceptível no aumento dos preços das matérias-primas, cuja demanda   cresce em função do desenvolvimento econômico de países emergentes, como   a China e a Índia, por exemplo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Neste contexto, o reaproveitamento da matéria-prima torna-se uma   tarefa cada vez mais interessante. “Quando queimamos levianamente   matérias-primas, principalmente onde elas ainda poderiam ser usadas, ou   seja, recicladas, estamos sendo imediatistas, sem conduzirmos uma   economia sustentável”, diz Lacher.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Lixo: recurso importante&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No caso da Alemanha, país pobre em recursos naturais e grande   exportador mundial de produtos industrializados, o reaproveitamento é   imprescindível. Diante da oferta de recursos naturais cada vez mais   escassa, fica claro não só para a Alemanha, mas para o mundo todo, que o   lixo será o recurso mais importante no futuro.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nas residências alemãs, a separação do lixo é feita cuidadosamente já   há algumas décadas. Inicialmente ridicularizados, os contêineres de   cores azul, amarelo, preto e verde ganharam espaço na Europa e no resto   do mundo. O jornal velho, por exemplo, pode se transformar em papel   novo; o lixo orgânico gera gás. Os detritos eletrônicos transformam-se   em tesouros.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A empresa Remondis é uma das gigantes na gestão de resíduos. Sediada   na cidade de Lünen, no oeste alemão, ela dispõe de instalações voltadas   para a separação do lixo e localização de matérias-primas de valor.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Michael Schneider, assessor de imprensa da Remondis, diz que o lixo   eletrônico é uma verdadeira mina de materiais. Aparelhos eletrônicos,   computadores e teclados são feitos de diferentes materiais, conectados   uns aos outros, como plástico, metal e metais preciosos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;“Esses materiais são triturados até que os componentes se desagregam   uns dos outros. No fim desse processo, é possível ver como cada   matéria-prima secundária, como o cobre, metais ferrosos e não-ferrosos, é   borrifada sobre uma bandeja coletora, para depois seguir direto para a   fusão na indústria do aço”, descreve Schneider.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resto eletrônico &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Remondis é o maior centro de reciclagem industrial na Europa,   segundo Michael Schneider. A empresa recolhe, por exemplo, metal   ferroso, cobiçado pela indústria do aço, um material que pode ser 100%   reaproveitado como metal puro.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo Schneider, ”fazemos de tudo para reaproveitar o lixo   eletrônico. Isso faz sentido do ponto de vista ambiental, pois temos as   instalações mais modernas da Europa para tal”. Além disso, diz ele,   reciclar traz também vantagens às nações emergentes, já que, não fosse o   reaproveitamento, boa parte desse lixo eletrônico poderia acabar sendo   enviado ilegalmente a outros países.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A demanda global por metais especiais e raros irá triplicar até o ano   de 2030, segundo especialistas. A justificativa está no aumento do uso   de metais como lítio, índio, tântalo, germânio – utilizados na  produção  de módulos fotovoltaicos, baterias de carros elétricos, cabos  de fibras  óticas e outras tecnologias de ponta.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Da biomassa à preparação do gesso&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na sede da Remondis em Lünen, diferentes processos de reciclagem são   realizados em vários grandes armazéns: além daquela do lixo eletrônico,  o  gesso obtido da dessulfurização de gases em usinas elétricas é   preparado para ser reutilizado na indústria de material de construção.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Remondis possui também uma usina de biomasa, na qual resíduos de   madeira são reciclados. “É energia suficiente para abastecer a cidade de   Lünen e a nossa própria fábrica. E também somos neutros em emissões de   CO2 e auto-suficientes em energia”, comemora Schneider.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Quando há crescimento econômico, diz ele, a mesma tendência é   observada na empresa: quando o consumo aumenta, a quantidade de lixo   também cresce. Ou seja, a reciclagem acaba sendo uma espécie   de indicador primário da conjuntura. Este ano, isso foi bastante   visível, observa Schneider.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo, por   exemplo, acabam estimulando o setor da reciclagem: “Quando vão começar   eventos esportivos de grande alcance, as pessoas tendem a trocar a   antiga televisão por uma nova, e isso, para nós, significa reciclagem de   lixo eletrônico, significa que teremos um volume maior de telas  antigas  a serem recicladas”, fala Schneider.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;“Boom” do setor&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O setor de reciclagem está diante de anos de franca expansão, pois o   reaproveitamento do lixo se transforma cada vez mais em um mercado   milionário. A enorme demanda dos países emergentes da Ásia e da América   Latina por matéria-prima não pode ser suprida somente pelos recursos   naturais. Por isso, a matéria-prima secundária é a chave para o futuro.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os celulares, por exemplo, são uma fonte praticamente inesgotável:   “Cada celular tem aproximadamente 23 miligramas de ouro, em média. No   mundo inteiro, cerca de 1,3 bilhão de celulares são produzidos por ano.   Desses, apenas 10% são, de fato, reciclados. Isso quer dizer que a   humanidade joga, a cada ano, cerca de 20 a 22 toneladas de ouro no   lixo”, ressalta Schneider.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Hoje, políticos e representantes da indústria de gestão de resíduos   discutem quem deverá  comercializar o lixo no futuro. Até agora, na   Alemanha, essa tarefa tem sido assumida pelos municípios e por empresas   privadas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A discussão em torno de um reaproveitamento de resíduos coordenado   pelos municípios (e não pela iniciativa privada) é vista por Schneider   como uma tentativa de tornar ideológico um debate desnecessário, pois,   segundo ele, a cooperação entre instâncias pública e privada neste   sentido tem funcionado, até agora, perfeitamente.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;“Ao observarmos a divisão de competências na gestão de resíduos na   Alemanha, percebemos que 93% do volume de negócios do setor está nas   mãos da iniciativa privada, que separa, armazena, recicla e recoloca em   circulação aquilo que um dia foi lixo”, conclui Schneider.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No momento, o governo alemão trabalha no aperfeiçoamento de   uma legislação que regulamenta a gestão de resíduos, pois é de interesse   da Comissão Europeia que o setor funcione de acordo com a economia de   mercado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Autora: Monika Lohmüller (np)&lt;br /&gt;Revisão: Soraia Vilela&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.dw-world.de/dw/article/0,,5942514,00.html');" href="http://www.dw-world.de/dw/article/0,,5942514,00.html"&gt;Matéria&lt;/a&gt;  da &lt;strong&gt;Agência Deutsche Welle&lt;/strong&gt;,&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;DW-WORLD.DE, publicada pelo  &lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/8hs"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;, 01/09/2010&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-6572446934207436179?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/6572446934207436179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/6572446934207436179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/09/com-escassez-de-materias-primas-o-lixo.html' title='Com escassez de matérias-primas o lixo ganha importância econômica como fonte secundária'/><author><name>Karina</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-5566002161581093231</id><published>2010-08-27T21:35:00.002-03:00</published><updated>2010-08-27T21:39:54.693-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Municípios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Coleta Seletiva'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pesquisas'/><title type='text'>Cresce o número de cidades com coleta seletiva no Brasil</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Em 20 anos, aumentou de 58 para 994 a quantidade de municípios &lt;span class="highlightedSearchTerm"&gt;com&lt;/span&gt; programas de separação do lixo para reciclagem no país; metade dos centros urbanos ainda descarta resíduos em lixões &lt;/span&gt;                                  &lt;div class="newsImageContainer"&gt;     &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://www.akatu.org.br/central/especiais/2010/cresce-o-numero-de-cidades-com-coleta-seletiva-no-brasil/image_mini" rel="lightbox" title=":|| (Rog??rio Juv??ncio Ferro)"&gt;        &lt;img src="http://www.akatu.org.br/banco-de-imagens/copy_of_cs.jpg/image_mini" alt="Coleta_Sel" title="Coleta_Sel" class="newsImage" height="149" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;O número de cidades &lt;span class="highlightedSearchTerm"&gt;com&lt;/span&gt; programas de coleta seletiva de resíduos sólidos no Brasil aumentou de 58, em 1989, para 994 em 2008. Em 2000, eram 451 os municípios que dispunham de sistemas de separação de lixo para reciclagem em toda a área da cidade.&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Os dados são da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2008, divulgada na sexta-feira (20/8), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Em 2008, 994 dos 5.564 (17%) municípios dispunham de programas de coleta seletiva do lixo. O avanço se deu, sobretudo, nas regiões Sul e Sudeste, onde, respectivamente, 46% e 32,4% dos municípios informaram ter programas de coleta seletiva que cobriam todo o município.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Segundo Carlos Silva, presidente da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais, o crescimento do número de cidades &lt;span class="highlightedSearchTerm"&gt;com&lt;/span&gt; sistemas de coleta seletiva é uma tendência irreversível. “É importante referir que em breve contaremos &lt;span class="highlightedSearchTerm"&gt;com&lt;/span&gt; a nova Lei do Lixo, que obriga os municípios a fazer uma gestão ecologicamente correta dos resíduos”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda em fase de regulamentação, &lt;strong&gt;&lt;a title="Senado aprova Política Nacional dos Resíduos Sólidos" href="http://www.akatu.org.br/central/especiais/2010/resolveuid/fb75cab5df6d6bfc5e10cd65a016c7b9" target="_blank"&gt;a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) obriga todos os municípios a criar programas de destinação correta do lixo no prazo de quatro anos.&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a title="Veja o que muda na sua vida com a nova Política Nacional dos Resíduos Sólidos" href="http://www.akatu.org.br/central/especiais/2010/resolveuid/09db82d66c24dfe7c7f36be445d8da47" target="_blank"&gt;Saiba onde descartar corretamente alguns produtos no país.&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Para Pólita Gonçalves, consultora socioambiental e gestora do Instituto Estadual do Ambiente do Estado do Rio de Janeiro, o crescimento de programas de coleta seletiva é consequência do aumento da demanda da população. “As pessoas têm se conscientizado da necessidade de dar destinação correta ao lixo e o resultado disso é a criação de políticas públicas correspondentes”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;“É fundamental que os consumidores exijam dos seus governantes, políticas que garantam a coleta seletiva. A destinação correta dos resíduos é a última etapa do consumo consciente”, explica Heloisa Mello, gerente de operações do Instituto Akatu.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Os municípios &lt;span class="highlightedSearchTerm"&gt;com&lt;/span&gt; serviço de coleta seletiva separam, prioritariamente, papel e/ou papelão, plástico, vidro e metal (materiais ferrosos e não ferrosos), sendo que os principais &lt;span class="highlightedSearchTerm"&gt;com&lt;/span&gt;pradores desses materiais são os &lt;span class="highlightedSearchTerm"&gt;com&lt;/span&gt;erciantes de recicláveis (53,9%), as indústrias recicladoras (19,4%), entidades beneficentes (12,1%) e outras entidades (18,3%).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mais da metade dos municípios ainda descarta resíduos em lixões&lt;br /&gt;A pesquisa do IBGE revela também que 59,8% das cidades brasileiras usam lixões a céu aberto para descartar os resíduos sólidos. Os aterros sanitários são o destino final do lixo em 27,7% das cidades, e 22% dos municípios encaminham os resíduos para aterros controlados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Segundo o IBGE, o quadro exige soluções urgentes, entretanto, o número de municípios que usam os lixões caiu nos últimos 20 anos. Em 1989, 88% dos locais armazenavam resíduos sólidos a céu aberto; em 2000, ano em que foi realizada a pesquisa anterior, eram 72,3%.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Os Estados de Piauí, Maranhão e Alagoas são apontados &lt;span class="highlightedSearchTerm"&gt;com&lt;/span&gt;o os locais onde a situação é bastante grave. Esses Estados destinam mais de 95% dos resíduos aos lixões. Santa Catarina foi o Estado &lt;span class="highlightedSearchTerm"&gt;com&lt;/span&gt; os melhores resultados na coleta. Lá, 87,2% do lixo é destinado a aterros sanitários controlados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;A Pesquisa Nacional de Saneamento Básico levantou informações sobre todos os municípios brasileiros. Os pesquisadores do IBGE foram a campo no segundo semestre de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;a href="http://www.akatu.org.br/central/especiais/2010/cresce-o-numero-de-cidades-com-coleta-seletiva-no-brasil"&gt;fonte: Akatu, por Rogério Ferro&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-5566002161581093231?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/5566002161581093231'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/5566002161581093231'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/08/cresce-o-numero-de-cidades-com-coleta.html' title='Cresce o número de cidades com coleta seletiva no Brasil'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-1640590417478712373</id><published>2010-08-24T22:46:00.000-03:00</published><updated>2010-08-24T22:47:03.908-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reutilize'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lâmpadas'/><title type='text'>Reutilizar: Vaso de flores com lâmpadas queimadas</title><content type='html'>&lt;span id="texto"&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="capa.jpg" src="http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/faca-voce-mesmo-vaso-de-flores-com-lampadas/images/capa.jpg" height="260" width="425" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Lâmpadas incandescentes velhas podem ter uma nova serventia, em vez de seguirem diretamente para o lixo. Com esse passo-a-passo você vai aprender a fazer um vaso de flores suspenso utilizando apenas lâmpadas queimadas e fio de arame. Um jeito fácil, sustentável e charmoso de decorar sua casa. Confira no vídeo abaixo!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Materiais:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;• Três lâmpadas velhas;&lt;br /&gt;• Quatro linhas de arame liso (o tamanho varia de acordo com o gosto de cada um, basta que três pedaços sejam médios e um seja maior que os demais);&lt;br /&gt;• Um alicate;&lt;br /&gt;• Uma faca de serra;&lt;br /&gt;• Uma ventosa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;1º passo:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Corte a base do soquete com a faca ou uma pequena serra, se for necessário. Tome cuidado para não quebrar a lâmpada.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;2º passo:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Retire todo o material elétrico de dentro da lâmpada. Lembre-se que esses itens são tóxicos e devem ser descartados corretamente no recipiente de lixo eletrônico.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;3º passo:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Utilizando o alicate, contorça os arames conforme no vídeo abaixo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;4º passo:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Prenda as lâmpadas nas pontas do arames.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;5º passo:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Prenda a ventosa em um extremo do arame principal.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;6º passo:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Está pronto! Agora é só encher de água, colocar umas flores e prender seu enfeite onde quiser. &lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;embed flashvars="&amp;amp;file=http://www.ecodesenvolvimento.org.br/ecodtv/diy.flv&amp;amp;autoPlay=true&amp;amp;autoRewind=true" quality="high" scale="noscale" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" src="http://www.ecodesenvolvimento.org.br/swf/flvplayer.swf" wmode="transparent" height="317" width="420"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span class="discreet"&gt;Fonte: &lt;a target="_blank" href="http://www.giannyl.com/"&gt;www.giannyl.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-1640590417478712373?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/1640590417478712373'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/1640590417478712373'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/08/reutilizar-vaso-de-flores-com-lampadas.html' title='Reutilizar: Vaso de flores com lâmpadas queimadas'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-5481462031396021284</id><published>2010-08-21T16:00:00.003-03:00</published><updated>2010-08-21T16:04:49.716-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aterros Sanitários'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lixões'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pesquisas'/><title type='text'>Em 2008, mais de metade das cidades brasileiras ainda usavam lixões</title><content type='html'>&lt;!--    &lt;p class="autor-interna"&gt;    Henrique Andrade Camargo  &lt;/p&gt;    --&gt;      &lt;p&gt;     &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Vitor Abdala, da Agência Brasil&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://mercadoetico.terra.com.br/website/wp-content/uploads/2010/08/lixoes.jpg"&gt;&lt;img class="alignleft size-full wp-image-27101" src="http://mercadoetico.terra.com.br/website/wp-content/uploads/2010/08/lixoes.jpg" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;O  número de municípios que dão uma destinação final adequada aos resíduos  sólidos aumentou no Brasil entre 2000 e 2008, mas os lixões (vazadouros  a céu aberto) ainda eram o principal destino do lixo em 50,8% das  cidades há dois anos. Em 2000, esse percentual era de 72,3%. Os dados  são da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2008, divulgada nesta  sexta-feira (20/8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística  (IBGE).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De acordo com o estudo, o índice de municípios que passaram a usar  prioritariamente os aterros sanitários (locais mais adequados para o  tratamento do lixo) aumentou de 17,3% em 2000, para 27,7% em 2008.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Já a proporção de cidades que recorrem a aterros controlados (que são  mais higiênicos do que os lixões, mas não são a alternativa ideal)  permaneceu praticamente estagnada nos oito anos. Em 2000, eram 22,3%. Em  2008, esse número passou para 22,5%.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para o gerente de Estudos e Pesquisas Sociais do IBGE, Antônio Tadeu  Ribeiro de Oliveira, os lixões são, junto com a coleta de esgoto, um dos  principais problemas de saneamento básico do Brasil.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;“Cerca de 50% dos municípios ainda recorrem a lixões. A gente tem que  caminhar para a solução do aterro sanitário. Hoje apenas 27% dos  municípios fazem a destinação adequada dos resíduos. Para se adequar à  lei, precisamos de mais de 70% dos municípios caminhando nessa direção”,  disse Oliveira.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A pesquisa do IBGE mostra também que o número de cidades com projetos  de coleta seletiva mais do que dobrou, passando de 451, em 2000, para  994 em 2008. Outro dado é que, há dois anos, apenas 38,9% das empresas  coletoras de lixo tratavam resíduos de serviços de saúde em aterros  específicos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;(&lt;a href="http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/em-2008-mais-de-metade-das-cidades-brasileiras-ainda-usavam-lixoes/?utm_source=newsletter&amp;amp;utm_medium=email&amp;amp;utm_campaign=mercado-etico-hoje"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fonte: Mercado Ético Reportagem: Agência Brasil&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-5481462031396021284?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/5481462031396021284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/5481462031396021284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/08/em-2008-mais-de-metade-das-cidades.html' title='Em 2008, mais de metade das cidades brasileiras ainda usavam lixões'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-8999849099798402106</id><published>2010-08-19T21:16:00.000-03:00</published><updated>2010-08-19T21:17:15.514-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Como fazer'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Coleta Seletiva'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Condomínio'/><title type='text'>Coleta seletiva de lixo</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;A                  coleta seletiva de lixo é a maior aliada da reciclagem. Tudo começa                  com a separação dos materiais recicláveis na fonte geradora, ou                  seja, no próprio local onde são produzidos. Após a separação,                  os materiais são coletados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;Cada                  morador do edifício residencial e cada funcionário do edifício                  comercial tem que se orientado quanto a importância da separação                  do lixo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;Este                  sistema facilita a reciclagem, porque os materiais estarão mais                  limpos e, consequentemente, com maior potencial de reaproveitamento.                  A separação na origem pode ser feita de diferentes maneiras e                  dependendo de diversos fatores, entre eles: o tipo de material                  produzido e descartado em maior quantidade; a existência de mercado                  consumidor para cada material a ser separado. Estas e outras condições                  influenciam as formas de separação, porém as mais usuais são ilustradas                  a seguir.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;&lt;b&gt;Como                  implantar a coleta seletiva em edifícios&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;Antes                  de introduzir a coleta seletiva nos edifícios é fundamental atentar                  para as condições de higiene e limpeza de suas dependências. Ensinando                  os moradores ou funcionários a "olhar em volta" para perceber                  problemas ambientais e adotar atitudes práticas que contribuam                  para resolve-los, como jogar o lixo no lugar certo e realizar                  a coleta seletiva, fazendo-os ver que com isso estão cumprindo                  um importante papel na melhora da qualidade de vida.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;Estratégia                  de implantação&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;O                  sucesso de um projeto como este depende da sensibilização                  de todos os moradores ou funcionários; da clara demonstração                  de apoio do Sindico, Administradora ou Diretoria; do &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;entusiasmo                  do coordenadores; da adesão do pessoal de limpeza; e da identificação                  dos mercados locais para os recicláveis.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;Para                  isso, recomenda-se:&lt;br /&gt;                - reunir o maior número de informações sobre o tema;&lt;br /&gt;                - conversar com profissionais da limpeza urbana e de meio ambiente                  para conhecer em profundidade a realidade do saneamento e a reciclagem                  do município;&lt;br /&gt;                - fazer levantamento da situação atual de acondicionamento e coleta                  de lixo no edifício;&lt;br /&gt;                - promover reuniões com os coordenadores, encarregados de limpeza,                  etc., para discutir a organização da coleta seletiva;&lt;br /&gt;                - discutir com os moradores ou funcionários, integrando o assunto                  ao cotidiano;&lt;br /&gt;                - contatar uma entidade que fará a retirada regular dos recicláveis.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;Planejando                  a Coleta&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;No                  planejamento da coleta seletiva devem ser observados os seguintes                  aspectos:&lt;br /&gt;                - Quem faz a coordenação?&lt;br /&gt;                - O que fazer com o material separado?&lt;br /&gt;                - Que tipo de coletores poderão ser usados?&lt;br /&gt;                - Qual a quantidade de recipientes coletores?&lt;br /&gt;                - Onde e como armazenar até a data da coleta?&lt;br /&gt;                - Quem retira o lixo separado pelo edifício?&lt;br /&gt;                - Como controlar a coleta?&lt;br /&gt;                - Qual a freqüência da coleta?&lt;br /&gt;                - Que tipo de retorno o edifício poderá receber?&lt;br /&gt;                - Como se dá a participação dos moradores e dos funcionários?&lt;br /&gt;                - Pode-se organizar a coleta com edifícios vizinhos?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;Implantando                  a coleta seletiva&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;Observadas                  e cumpridas as orientações do planejamento, basta marcar o dia                  de início da coleta e programar algum evento para chamar a atenção                  de todos os moradores ou funcionários. E bom trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;Avaliação                  e Manutenção&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;Mais                  importante que a implantação é a manutenção do programa. Para                  garantir a continuidade da coleta seletiva, os coordenadores deverão                  realizar o acompanhamento das diversas etapas bem como a avaliação                  dos dados obtidos na sua implementação. As observações devem ser                  anotadas para serem debatidas em reuniões sistemáticas com os                  coordenadores e responsáveis.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;As                  respostas às questões abaixo servirão para auxiliar em eventuais                  correções de rumo ou até mesmo na ampliação do projeto:&lt;br /&gt;                - A periodicidade da coleta é respeitada?&lt;br /&gt;                - O número de coletores é satisfatório?&lt;br /&gt;                - O número de pessoas envolvidas é suficiente para separar e armazenar                  o lixo?&lt;br /&gt;                - O local de armazenagem atende às condições mínimas de tamanho,                  higiene e segurança?&lt;br /&gt;                - Há envolvimento satisfatório de todos os moradores ou funcionários?&lt;br /&gt;                - Observa-se melhoria nas condições de limpeza do edifício?&lt;br /&gt;                - Outros edifícios estão interessados em participar do projeto?&lt;br /&gt;                - Verifica-se absorção dos conceitos de Redução, Reutilização                  e Reciclagem?&lt;br /&gt;                - O destino dos recursos é tornado público?&lt;br /&gt;                - As pessoas envolvidas participam das avaliações?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;                  A expectativa financeira&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;O                  resultado financeiro da coleta seletiva normalmente é baixo e                  o valor aferido normalmente é distribuído entre os funcionários                  envolvidos, seja em dinheiro, seja em forma de utensílios que                  são comprados. Damos abaixo o exemplo verificado num edifício                  com 100 apartamentos na cidade de São Paulo, no ano de 2000. Os                  dados referem-se a média diária no terceiro trimeste.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;Edificio                  com 100 apartamentos = 370 pessoas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;table width="70%" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;                 &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                    &lt;td&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;Material&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td&gt;                      &lt;div align="right"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;kg/dia&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;                   &lt;/td&gt;                   &lt;td&gt;                      &lt;div align="right"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;kg/mês&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;                   &lt;/td&gt;                   &lt;td&gt;                      &lt;div align="right"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;R$/kg&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;                   &lt;/td&gt;                   &lt;td&gt;                      &lt;div align="right"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;R$/mês&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;                   &lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;Papel                      e Papelão&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td&gt;                      &lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;50&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                   &lt;/td&gt;                   &lt;td&gt;                      &lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;1500&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                   &lt;/td&gt;                   &lt;td&gt;                      &lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;0,10&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                   &lt;/td&gt;                   &lt;td&gt;                      &lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;150,00&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                   &lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;Plásticos&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td&gt;                      &lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;18&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                   &lt;/td&gt;                   &lt;td&gt;                      &lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;540&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                   &lt;/td&gt;                   &lt;td&gt;                      &lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;0,20&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                   &lt;/td&gt;                   &lt;td&gt;                      &lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;108,00&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                   &lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;Metais&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td&gt;                      &lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;9&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                   &lt;/td&gt;                   &lt;td&gt;                      &lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;270&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                   &lt;/td&gt;                   &lt;td&gt;                      &lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;1,05&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                   &lt;/td&gt;                   &lt;td&gt;                      &lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;283,50&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                   &lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;Vidros&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td&gt;                      &lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;8&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                   &lt;/td&gt;                   &lt;td&gt;                      &lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;240&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                   &lt;/td&gt;                   &lt;td&gt;                      &lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;0,30&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                   &lt;/td&gt;                   &lt;td&gt;                      &lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;72,00&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                   &lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;                 &lt;tr&gt;                    &lt;td&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;Total&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td&gt;                      &lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;85&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                   &lt;/td&gt;                   &lt;td&gt;                      &lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;2550&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                   &lt;/td&gt;                   &lt;td&gt;                                        &lt;br /&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;td&gt;                      &lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;613,50&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                   &lt;/td&gt;                 &lt;/tr&gt;               &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;               &lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;                  Resultado Financeiro no ano = 7.362,00 &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;Conclusão&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;A                  reciclagem de materiais muito mais que o resultado financeiro                  significa a preservação do meio ambiente, com conseqüente ganhos                  na qualidade de vida de todos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;               &lt;p&gt;&lt;span style="font-family:Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:78%;"&gt;&lt;i&gt;Fonte:                  Hydrapower do Brasil Ltda.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-8999849099798402106?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/8999849099798402106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/8999849099798402106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/08/coleta-seletiva-de-lixo.html' title='Coleta seletiva de lixo'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-647837311632898585</id><published>2010-08-18T21:47:00.003-03:00</published><updated>2010-08-18T21:50:35.243-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tendências'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Negócios'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PNRS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oportunidades'/><title type='text'>Política Nacional de Resíduos Sólidos começa a influenciar negócios</title><content type='html'>A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), aprovada em março pelo Congresso Nacional e sancionada em agosto pela Presidência da República, já está mexendo com os negócios. A lei sancionada prevê a responsabilidade compartilhada na gestão dos resíduos sólidos e proíbe a manutenção de lixões em todo o país. A estimativa do governo é que, com a nova legislação, o potencial de geração de renda do setor de reciclagem salte de R$2 bilhões para R$ 8 bilhões anuais, segundo cálculos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Esse número já está causando impactos no setor de gestão de resíduos e tratamento de água.&lt;br /&gt;&lt;div class="post-body" id="post-2768529296925091493"&gt;&lt;p&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;A Estre Ambiental e a Haztec Soluções Integradas anunciaram sua fusão no último dia 16/8, fato que cria a maior empresa de engenharia ambiental do país, com faturamento superior a R$ 1 bilhão por ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa resultante da fusão, que contará com a participação de fundos de investimento como o BBI Multimercado, do Bradesco, o AG Angra e o InfraBrasil, já nasce como candidata a ser listada em bolsa. O negócio da nova empresa: destinação de resíduos sólidos, tratamento de água para processos industriais e geração de energia a partir dos gases produzidos nos aterros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A união da Estre com a Haztec, ainda em fase de concretização, vai permitir a complementaridade dos negócios de ambas as empresas e o planejamento da expansão dentro dos critérios da Política Nacional de Resíduos Sólidos, que obriga as empresas a recolher os produtos descartáveis e encaminhá-los à reciclagem para que retornem à produção como insumos. É a chamada “logística reversa”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As duas empresas contam hoje com 17 aterros sanitários que recebem 40 mil toneladas de lixo por dia. A nova empresa vai investir num projeto de valorização desses resíduos. Em outubro, entra em operação uma máquina que não só separa metal, plástico, papel e vidr, como isola esses materiais do lixo orgânico, pelo peso. Essa máquina também é capaz de triturar qualquer material em quadrados pequenos. Assim, os resíduos já podem ser vendidos pré-processados para as empresas recicladoras e também para as cimenteiras, como substituto do coque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a separação adequada entre matéria orgânica e resíduo reciclável, 55% do lixo recolhido serão reciclados e apenas 45% irão para o aterro. Outro ganho dessa tecnologia é a ampliação da vida útil dos aterros, já que menos lixo será depositado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, a demanda da sociedade, que também está expressa na nova lei, vai além disso. A coleta seletiva e a reciclagem precisam apontar para a inclusão das cooperativas de catadores na cadeia produtiva das empresas e órgãos responsáveis pela limpeza pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos problemas que impedem a ampliação da coleta seletiva no país tem sido a falta de tecnologias que tornem o trabalho do catador menos penoso e mais eficiente. Faz parte da responsabilidade social das empresas e órgãos responsáveis pela limpeza pública integrar no planejamento estratégico as cooperativas de catadores, gerando oportunidade de renda e trabalho, bem como de cidadania.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se integrar a inovação tecnológica com a ampliação da parceria com cooperativas, essa nova empresa vai realmente fazer a diferença e talvez até iniciar uma nova era na gestão de resíduos e lixo no país.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(fonte: &lt;a href="http://institutoethos.blogspot.com/2010/08/politica-nacional-de-residuos-solidos.html"&gt;Instituto Ethos&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span id="fullpost"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-647837311632898585?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/647837311632898585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/647837311632898585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/08/politica-nacional-de-residuos-solidos_18.html' title='Política Nacional de Resíduos Sólidos começa a influenciar negócios'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-5733238931032563056</id><published>2010-08-17T21:24:00.002-03:00</published><updated>2010-08-17T21:26:52.876-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tendências'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PNRS'/><title type='text'>Não jogue lixo no lixo! Resíduos e Rejeitos precisam ser encarados de forma distinta</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Cássio dos Santos Peixoto &lt;strong&gt;(*)&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;p&gt;&lt;taghw&gt;Quem não se recorda dos ensinamentos aprendidos nos primeiros anos de vida? “Lixo é para ser jogado no lixo”! Reprograme-se, esta afirmação não é mais uma verdade absoluta. A realidade &lt;a href="http://noticias.ambientebrasil.com.br/artigos/2010/08/16/59022-nao-jogue-lixo-no-lixo-residuos-e-rejeitos-precisam-ser-encarados-de-forma-distinta.html#" onclick="'hwClick(" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(3, 20, 9); text-decoration: underline;" onmouseover="'hwShow(event," onmouseout="'hideMaybe(this," cursor="hand" textdecoration="underline" borderbottom="solid" oncontextmenu="return false;"&gt;mundial&lt;/a&gt; é outra! A sociedade se desenvolveu, descobriu o caminho do consumo, a vida útil dos &lt;a href="http://noticias.ambientebrasil.com.br/artigos/2010/08/16/59022-nao-jogue-lixo-no-lixo-residuos-e-rejeitos-precisam-ser-encarados-de-forma-distinta.html#" onclick="'hwClick(" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(3, 20, 9); text-decoration: underline;" onmouseover="'hwShow(event," onmouseout="'hideMaybe(this," cursor="hand" textdecoration="underline" borderbottom="solid" oncontextmenu="return false;"&gt;produtos&lt;/a&gt; foi encurtada, as tecnologias avançaram com novos bens de consumo diuturnamente. Contudo, em contrapartida, o descarte proliferou, as &lt;a href="http://noticias.ambientebrasil.com.br/artigos/2010/08/16/59022-nao-jogue-lixo-no-lixo-residuos-e-rejeitos-precisam-ser-encarados-de-forma-distinta.html#" onclick="'hwClick(" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(3, 20, 9); text-decoration: underline;" onmouseover="'hwShow(event," onmouseout="'hideMaybe(this," cursor="hand" textdecoration="underline" borderbottom="solid" oncontextmenu="return false;"&gt;cidades&lt;/a&gt; cresceram desordenadamente, os espaços tornaram-se limitados e a legislação relacionada ao &lt;a href="http://noticias.ambientebrasil.com.br/artigos/2010/08/16/59022-nao-jogue-lixo-no-lixo-residuos-e-rejeitos-precisam-ser-encarados-de-forma-distinta.html#" onclick="'hwClick(" style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(3, 20, 9); text-decoration: underline;" onmouseover="'hwShow(event," onmouseout="'hideMaybe(this," cursor="hand" textdecoration="underline" borderbottom="solid" oncontextmenu="return false;"&gt;meio ambiente&lt;/a&gt; veio se tornando mais restritiva.&lt;/taghw&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na visão moderna, a expressão “lixo” parece ser inadequada, como também, os malfadados “lixões” estão com seus dias contados, em obediência à nova Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), agora, Lei nº 12.305 de 02 de agosto de 2010. Vale ressaltar que, para acompanhar o desenvolvimento da política ambiental atualmente, os vocábulos deverão ser revistos, separando o joio do trigo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A lei é clara em seus conceitos e determinações. A prioridade é a não-geração dos resíduos, entretanto, é algo inimaginável e impossível. A diminuição se apresenta como uma primeira tentativa, ficando a reciclagem e o reaproveitamento como uma segunda alternativa. Outro ponto importante a destacar é que os resíduos são passíveis de reaproveitamento, reciclagem ou reutilização, com especial atenção às embalagens de produtos. A parte restante, do que se chamava, também, de “lixo”, sem possibilidade alguma de reaproveitamento, mesmo com todos os recursos tecnológicos disponíveis e economicamente viáveis, torna-se rejeito. Estes rejeitos precisam ter uma disposição ambientalmente correta de forma sustentável.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Outro ponto a ser focado é o significativo valor econômico e social, agregado aos resíduos sólidos e que não acontece, na mesma proporção, com os rejeitos. As grandes indústrias e distribuidores já avaliaram este potencial econômico e irão se adequar à lei de alguma forma: por imposição legal, convicção ou por enxergarem características econômicas positivas. &lt;/p&gt; &lt;p&gt; A lei trata dos conceitos, das diretrizes e das regras gerais da política em si, portanto, a regulamentação e o Plano Nacional de Resíduos Sólidos estão sendo trabalhados por técnicos do Ministério do Meio Ambiente e, deverá estar pronto em aproximadamente 60 dias. Nesta regulamentação deverá ser incluído um aspecto muito relevante, porém polêmico, que será o estabelecimento de metas a serem alcançadas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Num país como o Brasil, com tanta diversidade e culturas regionais próprias, os números referentes às metas poderão não agradar ou atender adequadamente a região ou empreendimento. Por outro lado, indústrias, importadores, comerciantes, prestadores de serviços, potencialmente geradores de resíduos, deverão construir um plano de gerenciamento.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os Estados e municípios deverão, também, criar seus planos de gerenciamento. Os municípios poderão fazê-los sob a forma “consorciada” com municípios vizinhos, como planos intermunicipais e microrregionais. A forma “consorciada” parece ser a solução economicamente mais atraente para a gestão integrada de resíduos sólidos e deverá contar com incentivos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O Brasil, sempre carente de políticas públicas, para destinação do material descartado, faz nascer a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), lei sancionada, sem veto algum, no último dia 02 de agosto. Festejada pelo Presidente da República como um resgate tardio da dignidade dos “catadores” de material reciclado, até pelas características do ano em curso e a abordagem principal do evento, acabou ancorada na visão social de apenas um setor. Todavia, a política possui implicações igualmente relevantes com um emaranhado de responsabilidades ambientais, divididas entre toda a sociedade, pessoas físicas e jurídicas em todos os planos de negócios.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes e os consumidores terão seu quinhão de responsabilidade sobre sua produção e/ou descarte dos resíduos e, até mesmo pelo manuseio destes. Trata-se da responsabilidade compartilhada que integrará toda a cadeia de consumo e pode ser entendida pela expressão “do berço ao túmulo”.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Muitas análises e conclusões poderão ser feitas a partir da Lei 12.305/2010, como a vinculação de planos de resíduos à concessão ou renovação da licença ambiental. Mesmo sem regulamentação, suas linhas já estão postas e as regras basilares estabelecidas, não deixando de considerar que as regras válidas sempre foram emanadas pelo CONAMA, através de suas resoluções e, pela primeira vez, os resíduos estão sendo tratados por lei.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(fonte: &lt;a href="http://noticias.ambientebrasil.com.br/artigos/2010/08/16/59022-nao-jogue-lixo-no-lixo-residuos-e-rejeitos-precisam-ser-encarados-de-forma-distinta.html"&gt;Ambiente Brasil&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;(*) Cássio dos Santos Peixoto, Advogado, Professor de Legislação e Direito Ambiental da Pós-Graduação em Gestão Ambiental da Faculdade SENAC MG. &lt;/strong&gt;&lt;a href="mailto:cpeixoto.bms@terra.com.br"&gt;&lt;strong&gt;cpeixoto.bms@terra.com.br&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; , &lt;/strong&gt;&lt;a href="mailto:cpeixoto@bmsempresarial.com.br"&gt;&lt;strong&gt;cpeixoto@bmsempresarial.com.br&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-5733238931032563056?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/5733238931032563056'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/5733238931032563056'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/08/nao-jogue-lixo-no-lixo-residuos-e.html' title='Não jogue lixo no lixo! Resíduos e Rejeitos precisam ser encarados de forma distinta'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-342532879834963658</id><published>2010-08-16T22:33:00.003-03:00</published><updated>2010-08-16T22:39:33.812-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alumínio'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pesquisas'/><title type='text'>Brasil é campeão em reciclagem de latas</title><content type='html'>&lt;!--    &lt;p class="autor-interna"&gt;    Letícia Freire  &lt;/p&gt;    --&gt;      &lt;p&gt;     &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Yans Felippe Geckler Medina, da IPS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Há nove anos consecutivos o Brasil leva o troféu mundial de  reciclagem de latas de alumínio, reaproveitando 96,5% das usadas e com  grandes possibilidades de chegar a 100%. É o que prevê o especialista  Henio de Nicola, coordenador de Reciclagem da Associação Brasileira de  Alumínio (Abal). O sucesso se deve a uma equipe “fantástica”, que  “pensou no processo de reciclagem desde que as latinhas chegaram ao  país, em 1989″, afirmou Henio.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Usando a terminologia do futebol, o especialista explicou que  primeiro foi armada a defesa, formada por uma cadeia bem estruturada e  independente de subsídios governamentais, onde todos os participantes  são remunerados pelo próprio valor agregado do alumínio. Em segundo  lugar, um meio de campo com programas sociais de educação ambiental  dirigidos à população e, por último, os atacantes: mais de 180 mil  brasileiros que diariamente coletam latas por todo o país.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Como um bom centro-avante desta equipe, Josias, um dos catadores de  latinha que trabalha no centro da cidade do Rio de Janeiro, mete a mão  em todos os contêineres de lixo que encontra em seu trajeto, se abaixa  para pegá-las nas ruas e conta com donos de bares e restaurantes que lhe  entregam as embalagens. “As latinhas me dão o pão de cada dia, a  alimentação, os gastos, o sustento da minha família”, disse à IPS. Para  cada 15 quilos de latas, ou melhor, de alumínio, que é o metal de que  são feitas, que coleta e vende ao depósito no centro da cidade, recebe  R$ 30 (US$ 17).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Graças a trabalhadores como Josias, a reciclagem de latas no Brasil  normalmente chega a 96,5%. O restante “está em lugares onde não temos  como medir o índice de reciclagem”, esclareceu Henio. São mais de 14  bilhões de latas recicladas no último ano. Isto equivale a mais de  quatro navios do tamanho do famoso Titanic.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Além de proporcionar renda a mais de 180 mil famílias, as latinhas  coletadas alimentam o negócio dos donos dos depósitos. Todos os dias,  mais de 300 pessoas passam pelo depósito de Armando da Costa, no centro  do Rio de Janeiro. Ali são entregues, diariamente, cerca de 500 quilos  de embalagens de alumínio, especialmente de bebidas. “O depósito me  ajuda a manter meus filhos para que pudessem completar a universidade”,  comemora Armando à IPS. Isso é possível pelo bom valor agregado do  alumínio, que permite ganhos para todas as partes do processo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Dos depósitos, as latas são levadas para as grandes indústrias por  caminhoneiros que também participam da cadeia. Um caminhoneiro  procedente de Foz do Iguaçu, na fronteira com Argentina e Paraguai,  percorre 1.200 quilômetros com 14 toneladas de latas para  Pindamonhangaba, no Estado de São Paulo, polo de reciclagem,  contribuindo com as 250 toneladas que diariamente são derretidas e  recicladas em uma indústria.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Há três fatores favoráveis ao alumínio reciclado, segundo um de seus  compradores, Osmar Marchioni, que trabalha em uma empresa de  Pindamonhangaba. “Se for usado alumínio virgem, terei que adicionar  outros custos como energia elétrica, que será 95% maior, e o da extração  da jazida de bauxita, mineral que contém o alumínio. Do outro lado,  está a população que se beneficia com a economia do alumínio reciclado”,  disse à IPS. Após ser queimado, derretido e reciclado, o alumínio  mantém 95% de suas características químicas originais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;“Devido a estes fatores, as latas são um exemplo não só da cadeia do  alumínio, mas também de um benchmarking (avaliação comparativa) para  outros materiais com os quais se desenvolve a cadeia de reciclagem”,  disse Henio. Este especialista recorda que no Brasil há poucas políticas  de reciclagem com relação ao lixo. No começo deste ano, no Rio de  Janeiro, o lixo urbano foi um dos principais motivos das inundações que  atingiram a cidade. E os números comprovam isso.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Depois do papel, que vem em segundo lugar na cadeia de reciclagem,  com 79,6%, o terceiro tipo de material reutilizado vem bem atrás.  Somente uma em cada duas garrafas de PET (polietileno tereftalato, a  embalagem plástica mais usada para refrigerantes) é reciclada. O PET  pode ser reaproveitado não só na produção de novas garrafas como também  para fazer tapetes de automóveis e piscinas. Além disso, o poliéster é  usado na indústria têxtil para confeccionar a camiseta da seleção  brasileira de futebol.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em 2006, a reciclagem de latas de alumínio atingiu 91,7% no Japão e 52% nos Estados Unidos e na União Europeia.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size:x-small;"&gt;&lt;strong&gt;(&lt;a href="http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/brasil-e-campeao-em-reciclagem-de-latas/?utm_source=newsletter&amp;amp;utm_medium=email&amp;amp;utm_campaign=mercado-etico-hoje"&gt;IPS/Envolverde no Mercado Ético&lt;/a&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-342532879834963658?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/342532879834963658'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/342532879834963658'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/08/brasil-e-campeao-em-reciclagem-de-latas.html' title='Brasil é campeão em reciclagem de latas'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-5010153040044474457</id><published>2010-08-16T14:08:00.002-03:00</published><updated>2010-08-16T14:09:47.926-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PNRS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Legislação'/><title type='text'>Ministra quer concluir análises sobre Política de Resíduos Sólidos em 60 dias</title><content type='html'>&lt;span class="h1"&gt;&lt;/span&gt;Brasília - A ministra do Meio Ambiente,  Izabella Teixeira, afirmou hoje (12/8) que a pasta deve terminar os  trabalhos para a regulamentação da Política Nacional de Resíduos Sólidos  em 60 dias – um mês antes do prazo dado pelo governo. Segundo ela, já  existe um grupo técnico elaborando propostas para a lei, sancionada pelo  presidente Luiz Inácio Lula da Silva no último dia 2.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div id="abanoticia"&gt;&lt;br /&gt;“Cumpriremos  o prazo. Ordem é ordem. Nossa expectativa é concluir esse trabalho em  60 dias. Haverá [também] 30 dias para a formatação jurídica, revisões.  Esperamos que, até outubro, a gente possa ter isso. Se depender de mim,  antes”, disse, após participar de entrevista a emissoras de rádio  durante o programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Secretaria de  Comunicação Social da Presidência da República, em parceria com a EBC  Serviços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto de lei tramitou por mais de 20 anos no  Congresso Nacional até que fosse aprovado. A medida responsabiliza as  empresas pelo recolhimento de produtos descartáveis (logística reversa),  estabelece a integração de municípios na gestão dos resíduos e  considera a sociedade culpada pela geração do lixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a  ministra, além de um conjunto de ações inovadoras na gestão e no  financiamento dos recursos sólidos, é preciso que haja uma mudança no  comportamento da população brasileira em relação à produção de resíduos.  “Não adianta só cuidar do resíduo, tem que diminuir a geração de  resíduos nesse país, o que tem a ver conosco”, destacou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro  desafio, segundo Izabella, consiste em profissionalizar cerca de 1  milhão de catadores de lixo que atuam em todo o país, cadastrando-os em  cooperativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(fonte: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;" class="bluelight"&gt;Agência Brasil)&lt;/span&gt;&lt;span id="items_noticia"&gt;&lt;p&gt;     &lt;/p&gt;     &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-5010153040044474457?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/5010153040044474457'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/5010153040044474457'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/08/ministra-quer-concluir-analises-sobre.html' title='Ministra quer concluir análises sobre Política de Resíduos Sólidos em 60 dias'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-2555269502638493224</id><published>2010-08-14T17:25:00.002-03:00</published><updated>2010-08-14T17:25:50.105-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pontos de Coleta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Logística reversa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PNRS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pneus'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Legislação'/><title type='text'>Pneus e a PNRS</title><content type='html'>&lt;p&gt;Desde 1999, está em vigor no Brasil a resolução número 258 do  Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que obriga empresas  fabricantes e importadoras de pneus a coletar e dar destinação final  ambientalmente adequada aos pneus velhos e inservíveis.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Cobre na sua loja de pneus como é feito esse descarte. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Reciclanip, entidade criada pelos fabricantes de pneus com atuação  no mercado brasileiro, mantém diversos programas de logística reversa em  todo o Brasil para coleta e destinação correta de pneus velhos e  inservíveis. São mais de 500 pontos de coleta em todo o país.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para descartar pneus velhos de qualquer marca, o consumidor pode  consultar a lista dos postos de coleta aqui e escolher o que fica mais  próximo da sua residência para entregar o material sem pagar nada. A  lista tem endereços de revendedoras, oficinas de automóveis, postos de  gasolina e alguns galpões mantidos por prefeituras. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-2555269502638493224?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/2555269502638493224'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/2555269502638493224'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/08/pneus-e-pnrs.html' title='Pneus e a PNRS'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-5048053511150403716</id><published>2010-08-14T17:19:00.001-03:00</published><updated>2010-08-14T17:20:37.294-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rio de Janeiro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Logística reversa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lâmpadas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='São Paulo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PNRS'/><title type='text'>Reciclando Lâmpadas em São Paulo</title><content type='html'>&lt;p&gt;Para descartar qualquer tipo de lâmpada, o consumidor deve, em  primeiro lugar, se informar sobre o que diz a lei municipal da sua  cidade. A PNRS obriga as empresas a recolherem o material após o uso,  mas enquanto a lei federal não começa a vigorar, continuam valendo as  municipais e estaduais.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na cidade de São Paulo&lt;br /&gt;A Lei Municipal 14.898 de 2009, obriga a prefeitura, as autarquias, os  órgãos municipais da administração direta e indireta e empresas  municipais a receber qualquer tipo de lâmpada fluorescente defeituosa ou  usada.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na cidade do Rio de Janeiro&lt;br /&gt;Lei municipal 298 de 2001, estabelecimentos que comercializam lâmpadas  fluorescentes são obrigadas a manter, em local visível e de fácil  acesso, recipientes especiais para o recolhimento do material de  qualquer marca e sem cobrar nada do consumidor.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Philips&lt;br /&gt;Tel.: 2121-0203 (Grande São Paulo).&lt;br /&gt;Tel.: 0800-701-0203 (demais cidades).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Descarte de lâmpadas para condomínios e empresas &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-5048053511150403716?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/5048053511150403716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/5048053511150403716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/08/reciclando-lampadas-em-sao-paulo.html' title='Reciclando Lâmpadas em São Paulo'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-6665019546314075141</id><published>2010-08-14T17:17:00.000-03:00</published><updated>2010-08-14T17:18:21.250-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eletrodomésticos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pontos de Coleta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Logística reversa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PNRS'/><title type='text'>Eletrodomésticos e a PNRS</title><content type='html'>O PNRS não obriga o recolhimento de eletrodomésticos da chamada linha  branca (geladeiras, fogões, lavadoras, secadoras). Mas o consumidor já  dispõe de algumas opções para o descarte desse tipo de material: &lt;p&gt;CRC – Oxigênio&lt;br /&gt;Aceita doação e retira todos os tipos de eletrodomésticos e  eletroeletrônicos. Os equipamentos em funcionamento são enviados a  instituições sociais; os que não funcionam mais são enviados para  reciclagem.&lt;br /&gt;Os interessados em doar podem levar para dois endereços:&lt;br /&gt;Rua Esperia, 30, Jd. Paulista, São Paulo (SP)&lt;br /&gt;Rodovia Hélio Schmith s/n; Canteiro de Obras, Setor 4 – Aeroporto de Guarulhos – SP.&lt;br /&gt;Tel.: (0xx11) 2445-4932 ou 2445-2804.&lt;br /&gt;e-mail: &lt;a href="mailto:assessoria@oxigenio.org.br"&gt;assessoria@oxigenio.org.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Silcon Ambiental&lt;br /&gt;Recebe e retira todos os tipos de eletrodomésticos e equipamentos  eletrônicos, como TVs, computadores, telefones, geladeiras e outros. Os  equipamentos são separados e triturados em diferentes tipos, como:  plásticos, metais ferrosos e não ferrosos, vidros e papéis. Em seguida,  são encaminhados para reciclagem.&lt;br /&gt;Tel.: (0xx11) 2128-5777&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Interamerican Ltda.&lt;br /&gt;Retira todos os tipos de eletrodomésticos, computadores e monitores. Os  resíduos passam por uma separação, e o que não pode ser reciclado é  enviado para aterros licenciados.&lt;br /&gt;Rua Vitor Meireles, 105, Jardim Jordanópolis, São Bernardo do Campo (SP). Tel.: (0xx11) 4178.1717&lt;br /&gt;e-mail: &lt;a href="mailto:interamerican@interamerican.com.br"&gt;interamerican@interamerican.com.br&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-6665019546314075141?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/6665019546314075141'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/6665019546314075141'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/08/eletrodomesticos-e-pnrs.html' title='Eletrodomésticos e a PNRS'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-2722868444720197661</id><published>2010-08-14T16:58:00.002-03:00</published><updated>2010-08-14T17:04:16.308-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eletrodomésticos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eletrônicos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pontos de Coleta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Logística reversa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='São Paulo'/><title type='text'>Veja como descartar corretamente os produtos eletrônicos de algumas marcas</title><content type='html'>&lt;p&gt;Canon&lt;br /&gt;Máquinas fotográficas, aparelhos de fax, impressoras e copiadoras podem ser entregues nas Assistências Técnicas Autorizadas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;HP&lt;br /&gt;Computadores, impressoras, cartuchos e acessórios. Mandar email para &lt;a href="mailto:reciclagem@hp.com"&gt;reciclagem@hp.com&lt;/a&gt;,  informando modelo do equipamento, quantidade e local onde se encontra. A  empresa informa que faz contato com o consumidor para retirar o  equipamento.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Dell&lt;br /&gt;Acessar o suporte, descrever o equipamento que deverá ser coletado. Um  representante autorizado da área marcará um horário para apanhar o  equipamento a ser reciclado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Itautec&lt;br /&gt;Enviar e-mail para &lt;a href="mailto:disk.meio-ambiente@itautec.com"&gt;disk.meio-ambiente@itautec.com&lt;/a&gt;,  informando os dados de código e série do produto. Após o envio, o  cliente deve aguardar o contato da empresa, que indicará a filial para  onde o lixo eletrônico deve ser levado. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Philips&lt;br /&gt;Acessórios de informática devem ser encaminhados com o termo de doação de produto preenchido.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Tel.: 2121-0203 (Grande São Paulo).&lt;br /&gt;Tel.: 0800-701-0203 (demais cidades).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em São Paulo&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Abre (Associação Brasileira de Redistribuição de Excedentes)&lt;br /&gt;A Abre recebe computadores, televisores e outros equipamentos  eletrônicos funcionando ou não; conserta e redistribuído para  instituições sociais. O doador recebe por e-mail informações sobre o  destino do material doado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Onde entregar: Av. Lavandisca, 168, Moema, São Paulo (SP). Tel.: (0xx11) 5052-0736&lt;/p&gt; &lt;p&gt;CDI (Comitê para a Democratização da Informática)&lt;br /&gt;Recebe apenas computadores completos (com monitor, teclado, mouse etc.) e  que estejam funcionando. O material coletado é utilizado para criar  centros de inclusão digital em áreas carentes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Onde entregar: Av. Francisco Matarazzo, 102, Água Branca, São Paulo (SP). Tel.: (0xx11) 3666-0911 ou 3822-0970&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Museu do Computador&lt;br /&gt;O Museu do Computador aceita e retira doações de computadores,  telefones, máquinas de escrever e de calcular, videogame, impressoras e  peças de computador, especialmente os modelos mais antigos para  exposição no Museu. Os equipamentos que não se enquadram nos modelos  desejados pela entidade são doados a comunidades carentes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Tel.: (0xx11) 4666-7545.  &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-2722868444720197661?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/2722868444720197661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/2722868444720197661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/08/veja-como-descartar-corretamente-os.html' title='Veja como descartar corretamente os produtos eletrônicos de algumas marcas'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-9008299145802695964</id><published>2010-08-14T16:56:00.000-03:00</published><updated>2010-08-14T16:58:00.677-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entulho de obras'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='São Paulo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PNRS'/><title type='text'>A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) obriga os consumidores a darem destinação correta a este tipo de material. Veja como descartar corretam</title><content type='html'>&lt;p&gt;Desde 2002, está em vigor uma resolução do Conama que obriga as  construtoras a adotar programas de gestão de resíduos e apresentá-los às  respectivas prefeituras no processo de licenciamento de obras de  construção civil.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A prefeitura de São Paulo mantém mais de 37 ecopontos que recebem  entulho e demais sobras de materiais de construção. Consulte a lista  abaixo para identificar o ecoponto mais próximo da sua obra. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ecoponto Bresser&lt;br /&gt;Subprefeitura: Mooca&lt;br /&gt;Endereço: Praça Giusepe Cesari, nº 54 (sob Viaduto Bresser)&lt;br /&gt;Horários: Segunda a sexta, das 8h às 17h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ecoponto Pinheiros&lt;br /&gt;Subprefeitura: Pinheiros&lt;br /&gt;Endereço: Praça Augusto Rademarker Grudewald, nº 37 (Sob a Ponte Engenheiro Ary Torres)&lt;br /&gt;Horários: Segunda a sexta, das 8h às 17h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ecoponto José Diniz&lt;br /&gt;Subprefeitura: Santo Amaro&lt;br /&gt;Endereço: Av. Vicente Rao, sentido Diadema (Sob Viaduto Vereador José Diniz)&lt;br /&gt;Horários: Segunda a sexta, das 8h às 17h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;EcopontoTatuapé&lt;br /&gt;Suprefeitura: Mooca&lt;br /&gt;Endereço: Av. Sarim Farah Maluf, 179 (Alça de acesso à Marginal Tietê, sentido Penha)&lt;br /&gt;Horários: Segunda a sexta, das 7h às 17h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ecoponto Imperador&lt;br /&gt;Subprefeitura: São Miguel&lt;br /&gt;Endereço: Av. Ribeirão Jacu, n° 201(Sob o Viaduto Jacu Pêssego)&lt;br /&gt;Horários: Segunda a sexta, das 7h30 às 17h45, e Sábados, das 9h às 15h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ecoponto Cônego José Salomon&lt;br /&gt;Subprefeitura: Pirituba&lt;br /&gt;Endereço: R. Cônego José Salomon, n° 861, Vila Bonilha&lt;br /&gt;Horários: Segunda a sábado, das 8h às 18h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ecoponto Vigário Godói&lt;br /&gt;Suprefeitura: Pirituba&lt;br /&gt;Endereço: R. Vigário Godói, n° 555&lt;br /&gt;Horários: Segunda a sábado, das 8h às 18h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ecoponto Cupecê&lt;br /&gt;Subprefeitura: Cidade Ademar&lt;br /&gt;Endereço: R. Anália Maria de Jesus, n° 131&lt;br /&gt;Horários: Segunda a sexta, das 8h às 17h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Econponto Carlito Maia&lt;br /&gt;Subprefeitura: São Miguel&lt;br /&gt;Endereço: R. Domingos Fernandes Nobre, 109&lt;br /&gt;Horários: Segunda a sexta, das 8h às 17h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Econponto Penha I&lt;br /&gt;Subprefeitura: Penha&lt;br /&gt;Endereço: R. Dr. Heládio, nº 104&lt;br /&gt;Horários: Segunda a sexta, das 8h às 17h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Econponto Mirandópolis&lt;br /&gt;Subprefeitura: Vila Mariana&lt;br /&gt;Endereço:  R. Casemiro Rocha, 1220&lt;br /&gt;Horários: Segunda a sexta, das 8h às 17h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Econponto Viad. Engº Alberto Badra&lt;br /&gt;Subprefeitura: Aricanduva&lt;br /&gt;Endereço: Av. Aricanduva nº 200(Sob o Viaduto Engenheiro Alberto Badra)&lt;br /&gt;Horários: Segunda a sexta, das 8h às 17h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Econponto Santo Dias&lt;br /&gt;Subprefeitura: Campo Limpo&lt;br /&gt;Endereço: Travessa Rosifloras, 301&lt;br /&gt;Horários: Segunda a sábado, das 8h às 18h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Econponto Astarte&lt;br /&gt;Subprefeitura: Aricanduva&lt;br /&gt;Endereço: R. Astarte com Avenida Aricanduva&lt;br /&gt;Horários:  Segunda a sexta, das 8h às 17h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Econponto Recanto dos Humildes&lt;br /&gt;Subprefeitura: Perus&lt;br /&gt;Endereço: R. Sales Gomes, 415 - Recanto dos Humildes&lt;br /&gt;Horários: Segunda a sexta, das 7h às 17h, e sábado, das 8h às 12h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Econponto Bandeirantes&lt;br /&gt;Subprefeitura: Freguesia / Brasilândia&lt;br /&gt;Endereço: R. Itaiquara, 237 - Itaberaba&lt;br /&gt;Horários: Segunda a sexta, das 7h às 17h, e sábado, das 8h às 13h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Econponto Jardim São Nicolau&lt;br /&gt;Subprefeitura: Ermelino Matarazzo&lt;br /&gt;Endereço: R. Agreste de Itabaiana,590 (esquina com a Rua Eduardo Kyioshi Shimuta)&lt;br /&gt;Horários: Segunda a sexta, das 8h às 17h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Econponto Mãe Preta&lt;br /&gt;Subprefeitura: Itaim Paulista&lt;br /&gt;Endereço: R. Fernando Figueiredo Lins (Praça Mãe Preta)&lt;br /&gt;Horários: Segunda a sexta, das 8h às 17h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Econponto Oliveira&lt;br /&gt;Subprefeitura: Itaim Paulista&lt;br /&gt;Endereço: R. João Batista de Godói, 1164 - Itaim Paulista&lt;br /&gt;Horários: Segunda a sexta, das 8h às 17h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Econponto Jardim Maria do Carmo&lt;br /&gt;Subprefeitura: Butantã&lt;br /&gt;Endereço: R. Caminho do Engenho, 800&lt;br /&gt;Horários: Segunda a sexta, das 8h às 17h, e sábado, das 8h às 13h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Econponto Santa Cruz&lt;br /&gt;Subprefeitura: Ipiranga&lt;br /&gt;Endereço: R. Santa Cruz, nº 1452 (Sob Viaduto Santa Cruz)&lt;br /&gt;Horários:  Segunda a sexta, das 8h às 17h, e sábado, das 8h às 12h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Econponto São João Clímaco (temporariamente fora de serviço)&lt;br /&gt;Subprefeitura: Ipiranga&lt;br /&gt;Endereço: R. Cavalheiro Frontini, 11&lt;br /&gt;Horários: Segunda a sexta, das 7h às 17h, e sábado, das 7h às 12h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Econponto  Vila Guilherme&lt;br /&gt;Subprefeitura: Vila Maria / Vila Guilherme&lt;br /&gt;Endereço: R. José Bernardo Pinto, 1.480&lt;br /&gt;Horários: Segunda a sexta, das 8h às 17h, e sábado, das 8h às 15h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Econponto São Lucas&lt;br /&gt;Subprefeitura: São Matheus&lt;br /&gt;Endereço: R. Florêncio Sanches nº 307 - (Próximo ao 70º Distrito Policial)&lt;br /&gt;Horários: Segunda a sexta, das 8h às 18h, e sábado, das 8h às 14h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Econponto Anhaia Mello&lt;br /&gt;Subprefeitura: Vila Prudente&lt;br /&gt;Endereço: R. da Prece (esquina com a Av. Prof. Luis Ignácio Anhaia Mello)&lt;br /&gt;Horários: Segunda a sexta, das 8h às 18h, e sábado, das 8h às 14h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Econponto Itaguaçu&lt;br /&gt;Subprefeitura: Freguesia / Brasilândia&lt;br /&gt;Endereço: Av. Inajar de Souza, nº 7001&lt;br /&gt;Horários: Segunda a sábado, das 8h às 16h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Econponto Cipoaba&lt;br /&gt;Subprefeitura: São Matheus&lt;br /&gt;Endereço: R. Padre Luis de Siqueira (Esquina com a Avenida Rodolfo Pirani)&lt;br /&gt;Horários:  Segunda a sexta, das 8h às 17h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Econponto Alvarenga&lt;br /&gt;Subprefeitura: Cidade Ademar&lt;br /&gt;Endereço: Estrada do Alvarenga, 2.475 - (Próximo à Rua Francisco Enes)&lt;br /&gt;Horários: Segunda a sexta, das 8h às 17h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Econponto Parque Fernanda&lt;br /&gt;Subprefeitura: Campo Limpo&lt;br /&gt;Endereço: Av. Doutor Salvador Rocco, 400 - (Em frente à Rua Antônio Cânon)&lt;br /&gt;Horários:  Segunda a sexta, das 8h às 20h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Econponto Nascer do Sol&lt;br /&gt;Subprefeitura: Cidade Tiradentes&lt;br /&gt;Endereço: R. Nascer do Sol, 356, Cidade Tiradentes&lt;br /&gt;Horários: Segunda a sexta, das 8h às 17h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Econponto Alceu Maynard&lt;br /&gt;Subprefeitura: Santo Amaro&lt;br /&gt;Endereço: Av. Professor Alceu Maynard de Araújo, 330 (Ao lado da Central de Triagem)&lt;br /&gt;Horários: Segunda a sexta, das 8h às 17h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Econponto Vila Madalena&lt;br /&gt;Subprefeitura: Pinheiros&lt;br /&gt;Endereço: R. Girassol, esquina com a R. Luís Murat&lt;br /&gt;Horários: Segunda a sexta, das 8h às 17h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Econponto Glicério&lt;br /&gt;Subprefeitura: Sé&lt;br /&gt;Endereço: Sob o Viaduto Glicério, nº 54&lt;br /&gt;Horários:  Segunda a sexta, das 8h às 17h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Econponto  Parque Guarani&lt;br /&gt;Subprefeitura: Itaquera&lt;br /&gt;Endereço: R. Manuel Alves da Rocha, nº 584&lt;br /&gt;Horários: Segunda a sexta, das 8h às 17h, e sábado, das 8h às 12h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Econponto Parque Peruche&lt;br /&gt;Subprefeitura: Casa Verde&lt;br /&gt;Endereço: Av. Engenheiro Caetano Álvares, nº 3142&lt;br /&gt;Horários: Segunda a sexta, das 8h às 17h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Econponto Sapopemba&lt;br /&gt;Subprefeitura: Vila Prudente&lt;br /&gt;Endereço: R. Francesco Usper, nº 550&lt;br /&gt;Horários: Segunda a sexta, das 8h às 17h, e sábado, das 8h às 14h&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Econponto Tereza Cristina&lt;br /&gt;Subprefeitura: Ipiranga&lt;br /&gt;Endereço: R. Tereza Cristina nº 8000, com Avenida do Estado&lt;br /&gt;Horários: Segunda à sexta, das 8h às 17h  &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;fonte: Nossa São Paulo.org&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-9008299145802695964?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/9008299145802695964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/9008299145802695964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/08/politica-nacional-de-residuos-solidos.html' title='A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) obriga os consumidores a darem destinação correta a este tipo de material. Veja como descartar corretam'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-4622800251838688258</id><published>2010-08-14T13:22:00.002-03:00</published><updated>2010-08-14T13:23:53.296-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Eletrônicos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tendências'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pesquisas'/><title type='text'>O tsunami do lixo eletrônico</title><content type='html'>&lt;!--    &lt;p class="autor-interna"&gt;    Letícia Freire  &lt;/p&gt;    --&gt;      &lt;p&gt;     &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://mercadoetico.terra.com.br/website/wp-content/uploads/2010/08/tsunamilixoe.jpg"&gt;&lt;img class="alignleft size-full wp-image-26594" src="http://mercadoetico.terra.com.br/website/wp-content/uploads/2010/08/tsunamilixoe.jpg" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;Os  números assustam. As estimativas apontam que os consumidores ao redor  do mundo são responsáveis pela produção de mais de 2 bilhões de  toneladas de lixo sólido anualmente. Mesmo com os índices de reciclagem  aumentando a cada ano, o lixo figura como um dos grandes obstáculos a  ser enfrentado pelo homem. Entre as diversas fontes de lixo produzidas  pelo ser humano, o lixo eletrônico é um dos principais vilões.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com o avanço cada vez mais acelerado da tecnologia, todos os anos,  milhões e milhões de computadores, celulares, pilhas, televisores,  monitores e os mais diversos equipamentos eletroeletrônicos se tornam  obsoletos e vão parar na lata do lixo. Juntamente com eles, uma onda  gigantesca de metais e substâncias altamente nocivas para o meio  ambiente e para o homem segue a rota da devastação.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mercúrio, bário, lítio, níquel e uma série de outros metais e  materiais tóxicos presentes em uma infinidade de equipamentos  eletrônicos, quando não descartados de forma correta, representam um  sério risco, causando a poluição do solo, da água e do ar. Se não  bastasse, o manuseio inadequado dessas substâncias representa um sério  problema de saúde pública, já que estão diretamente ligadas a uma dezena  de doenças.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Onda gigantesca&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo dados de 2009 da Agência de Proteção Ambiental  Norte-Americana (EPA), cerca de 50 milhões de toneladas de lixo  eletrônico são produzidos anualmente no mundo. Em média, o lixo  eletrônico já representa 5% de todo o “lixo municipal” gerado no  planeta.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Essa gigantesca onda de lixo eletrônico é liderada pelos  norte-americanos. De acordo com o relatório da EMPA, Laboratório Federal  de Teste de Materiais e Pesquisa da Suíça, os países da América do  Norte são responsáveis por 20 milhões de toneladas, o que representa  cerca de 40% da geração mundial de lixo eletrônico. Na América Latina, o  montante anual não ultrapassa 5 milhões de toneladas. Pelas estimativas  da EPA, em 2007, cerca de 112 mil desktops e notebooks foram  descartados diariamente nos Estados Unidos; um Maracanã cheio de  computadores todos os dias!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Além de materiais tóxicos, o lixo eletrônico esconde uma verdadeira  mina de ouro. Nas placas e componentes de 1 tonelada de computadores é  possível retirar mais ouro do que em 17 toneladas de minério de ouro.  Caso os computadores tivessem um fim correto, pouparia a extração e todo  o impacto ambiental e social ligado a essa prática - para produzir um  anel de ouro são geradas 18 toneladas de lixo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os números assustam, mas, como consumidores, medidas simples podem  ajudar a minimizar esse verdadeiro tsunami de lixo tóxico. Cobrar das  empresas medidas de reciclagem, pressionar o governo para adoção de uma  Política Nacional de Resíduos Sólidos eficaz e que inclua os  eletroeletrônicos, encaminhar o antigo celular para a sua operadora,  enviar o computador que está parado em casa ou no escritório para uma  das centenas de iniciativas públicas e privadas de inclusão digital  (www.computadoresparainclusao.gov.br), descartar pilhas em locais de  coleta (diversos endereços do Banco Real, da Drogaria São Paulo e das  oficinas da Porto Seguro são alguns exemplos) e nunca jogar o lixo  eletrônico no lixo comum pode fazer uma enorme diferença. Com simples  atitudes, o tsunami poderá virar uma marolinha e o planeta agradecerá.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;*Marco Clivati é engenheiro eletrônico e editor da revista VídeoSom&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;(O autor/Mercado Ético)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-4622800251838688258?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/4622800251838688258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/4622800251838688258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/08/o-tsunami-do-lixo-eletronico.html' title='O tsunami do lixo eletrônico'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-4073543320540485302</id><published>2010-08-14T13:19:00.001-03:00</published><updated>2010-08-14T13:19:47.666-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pilhas'/><title type='text'>Por favor, no lixo não</title><content type='html'>&lt;h3&gt;&lt;br /&gt;   &lt;/h3&gt;      &lt;!--    &lt;p class="autor-interna"&gt;    Letícia Freire  &lt;/p&gt;    --&gt;      &lt;p&gt;     &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href="http://mercadoetico.terra.com.br/website/wp-content/uploads/2010/08/pilha.jpg"&gt;&lt;img class="alignleft size-full wp-image-26601" src="http://mercadoetico.terra.com.br/website/wp-content/uploads/2010/08/pilha.jpg" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;No  auge dos meus 9 anos, as pilhas eram minha garantia de diversão nas  tardes pós-colégio. Meus carrinhos de controle remoto - pelo menos  aqueles que sobreviviam às minhas chaves de fenda - eram campeões de  consumo de pilhas e baterias. Lembro até hoje do meu xodó: uma pick-up  Colossus da Estrela.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para garantir a diversão eram necessárias cinco pilhas grandes para o  carrinho, duas pilhas pequenas para alimentar os faróis e mais seis  pilhas pequenas para o controle remoto. Para a minha tristeza, as treze  pilhas não duravam muito. A tração 4×4 do Colussus consumia mais do que  “Opalão” 6 cilindros!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Depois de dessecá-las, ainda tinha a esperança de uma sobrevida  colocando as pilhas dentro do congelador. Mas o resultado nunca foi  muito animador. Depois de dois dias na geladeira, o máximo que conseguia  era alguns poucos segundos de diversão adicional. Acabada qualquer  esperança de que as pilhas pudessem fazer o motor do Colossus “roncar”, o  destino final das pilhas era o mais cruel de todos: a lata do lixo.  Nessa época do divertidíssimo carrinho de controle remoto, não tinha  consciência de que uma única pilha pequena pudesse contaminar cerca de  20 mil litros de água! Também não sabia que para ser dizimada na  natureza, uma pilha levava de 100 a 500 anos!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Hoje, já não sou mais um devorador de pilhas como antigamente. E,  além de reciclar o lixo de casa, as poucas pilhas que utilizo não vão  mais parar na lata do lixo. Há uns bons anos, seja em casa ou aqui na  redação, vou juntando as minhas pilhas e a de colegas e depois as  encaminho para um dos postos de coleta do Programa Papa-Pilhas. Criado  pelo Banco Real em dezembro de 2006, o Papa-Pilhas é um belo exemplo de  iniciativa privada em prol do meio ambiente. Com mais de 2 mil postos de  coletas no território nacional, só em 2009, o Programa evitou que 155,5  toneladas de pilhas, baterias e recarregadores de celulares fossem  parar no lixo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Apesar de o Programa crescer a cada ano - em 2009, a quantidade de  material coletado foi 22% maior do que em 2008 -, a quantidade de pilhas  resgatadas pelo Papa-Pilhas não faz nem “cócegas” no montante de pilhas  que é consumido no País. Segundo dados da ABINEE (Associação Brasileira  da Indústria Elétrica e Eletrônica), cerca de 1,2 bilhão de pilhas  comuns e alcalinas são comercializadas anualmente no Brasil.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Depois do Papa-Pilhas, uma serie de outros programas começaram a  surgir ao redor do País. Com 2 toneladas recolhidas em 2009, o programa  Cata-Pilha, implantado pelos Correios, no Estado de Minas Gerais, é  outro exemplo. Hoje, são cerca de 200 agências dos Correios com  coletores.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Porto Seguro é outra empresa que vem investindo em campanhas de  cunho socioambiental. Ao todo, na cidade de São Paulo, são 36 oficinas  credenciadas onde você pode descartar suas pilhas e baterias para que  possam ser encaminhadas para reciclagem. Já no caso das baterias e  aparelhos celulares antigos, outra opção são as centenas de lojas das  operadoras de telefonia móvel que atuam no Brasil.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para alegria dos consumidores conscientes e do meio ambiente, uma  mudança significativa nesse universo das pilhas deve acontecer até o  final de 2010. Segundo a resolução nº 401 do Conselho Nacional do Meio  Ambiente (CONAMA) - uma atualização da resolução nº257 de 1999 -,  fabricantes e importadores de pilhas e baterias serão responsáveis pela  reciclagem ou descarte definitivo das pilhas e baterias. De acordo com a  nova resolução, até novembro de 2010, os locais de venda terão que  oferecer postos de coleta para receber o material descartado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Exemplo gringo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nos EUA e Canadá, o Call2Recycle (www.call2recycle.org) é um bom  exemplo de sucesso quando o assunto é reciclagem de pilhas. Criado em  1996, o Programa conta com a parceria de mais de 350 fabricantes e lojas  e já soma mais de 30 mil coletores de pilhas espalhados pela América do  Norte. Desde a sua criação, o Programa já recolheu e reciclou 27,7 mil  toneladas de pilhas recarregáveis. Só em 2008, foram 3,1 mil toneladas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com campanhas educativas veiculadas na TV e em diversas outras  mídias, o Call2Recycle vem conquistando adeptos a cada ano. De acordo  com a entidade, em 2007, apenas 8% dos norte-americanos reciclavam suas  pilhas. Já em 2009, o número saltou para 37%. E, desse total, 91%  disseram que o fazem por acreditarem que essa prática trará impactos  positivos para o futuro de suas crianças.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Por mais ineficiente que sejam as leis e as iniciativas de coleta e  reciclagem no Brasil, evitar que as pilhas acabem indo parar nos aterros  sanitários deveria ser obrigação de todos: consumidores, fabricantes,  comerciantes e governo. Seja da mais boazinha até a mais perversa,  pilhas comuns, alcalinas, de mercúrio, lítio ou níquel-cádmio não  deveriam e não devem nunca ser jogadas no lixo comum.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com poucas iniciativas de âmbito nacional como o Papa-Pilhas e a  total carência de campanhas educativas, as pilhas continuam tendo o  destino mais cruel de todos. As pilhas que garantem a diversão de hoje  serão o pesadelo do amanhã. O grito de socorro do nosso majestoso  planeta azul está com os decibéis nas alturas!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;*Marco Clivati é Engenheiro Eletrônico e Editor da Revista VídeoSom&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;(O autor/ Mercado Ético)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-4073543320540485302?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/4073543320540485302'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/4073543320540485302'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/08/por-favor-no-lixo-nao.html' title='Por favor, no lixo não'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-162134313471013606</id><published>2010-08-13T10:48:00.001-03:00</published><updated>2010-08-13T10:50:29.933-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Informalidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='São Paulo'/><title type='text'>Coleta clandestina espalha lixo pelas ruas de SP. Moradores reclamam de falta de ação da Prefeitura</title><content type='html'>&lt;p&gt;À noite, uma frota de caminhões clandestinos de lixo percorre as ruas  de São Paulo em busca de material reciclável. São os “morcegões”,  caminhões sem identificação que recolhem produtos recicláveis separados  pelos moradores, para levar a centrais de triagem clandestinas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Pelo caminho, deixam um rastro de sujeira nas ruas da capital. Também  trazem prejuízo às 16 cooperativas conveniadas com a Prefeitura – os  sacos de lixo abandonados nas ruas chegam a ter valor de 20% a 30% menor  do que o material recolhido nos condomínios. Reportagem de Vitor Hugo  Brandalise, no &lt;strong&gt;&lt;a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100810/not_imp592868,0.php');" href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100810/not_imp592868,0.php"&gt;O Estado de S.Paulo&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br /&gt;Os veículos irregulares – caminhões das décadas de 1970 e 1980, com  placas apagadas ou escritas à mão – aproveitam-se da ineficiência da  rede de coleta seletiva na cidade, que conta com 66 caminhões. Seriam  necessários 500. “O resultado é que o material mais valioso não chega às  cooperativas. É um dos motivos para a dificuldade que têm em se  manter”, afirma René Ivo, coordenador da Coleta Seletiva Solidária do  Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Como nunca houve fiscalização específica, a Prefeitura não sabe o  número de caminhões que circulam na capital – na estimativa das empresas  de coleta, Loga e Ecourbis, são “ao menos cem”. Para as cooperativas de  reciclagem, “são centenas”.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Das 22h de quarta-feira às 2h de quinta, o Estado flagrou cinco  caminhões irregulares recolhendo lixo em áreas nobres da capital –  Jardim Paulista e Cerqueira César, na zona sul, e Pinheiros e Vila  Madalena, na zona oeste. Esses locais são procurados pelas  características dos resíduos – mais alumínio e plástico – e por serem  bairros em que a coleta seletiva é mais difundida (fazem parte das  Subprefeituras da Sé e de Pinheiros, duas das que mais reciclam).  Itaim-Bibi e Vila Mariana, na zona sul, são outros bairros visados,  também pelas características do lixo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Batizados de “morcegões” por atuarem à noite, os caminhões circulam  diariamente – diferentemente da coleta seletiva oficial, que passa uma  vez por semana. “Vêm toda noite e pegam o que interessa. Deixam o resto  para trás, de qualquer jeito”, diz o comerciante Joaquim de Araújo, de  55 anos, proprietário de um posto de gasolina nos Jardins.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os caminhões – abarrotados até o topo e com duas ou três pessoas  empoleiradas em cima – circulam em alta velocidade. Além do problema da  segurança, seus ocupantes, geralmente menores de idade, abrem os sacos  de lixo e pegam só o que interessa. Na frente de um flat na Rua Haddock  Lobo, por exemplo, abandonaram revistas e embalagens no chão. Do outro  lado da rua, o rastro de outro morcegão foram restos de lixo orgânico.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nunca enfrentado. O problema – alvo de reclamação das cooperativas de  reciclagem, que dizem ficar com “o lixo” do material reciclado – nunca  foi enfrentado. “Não há mapeamento. Para entender o problema e depois  enfrentá-lo, é necessário investigação”, disse Elisabeth Grimberg,  coordenadora executiva do Instituto Pólis. “É uma ponta desconhecida do  problema com a coleta seletiva em São Paulo.”&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo o Departamento de Limpeza Urbana (Limpurb), não há previsão  de operações específicas contra os clandestinos. “A maioria deles é  contratada por estabelecimentos que são grandes geradores de lixo e não  respeitam a legislação”, informou, em nota. A fiscalização, nesses  casos, atua somente em caso de denúncia ou flagrante.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Punição&lt;/p&gt; &lt;p&gt;R$ 250 é a multa para coleta irregular&lt;br /&gt;R$ 12 mil é a multa para quem descarta lixo e entulho nas ruas &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Moradores reclamam de falta de ação da Prefeitura&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nos bairros mais visados pelos morcegões – os que têm lixo de mais  “qualidade”, com muito plástico e alumínio -, a presença dos caminhões à  noite já virou rotina. “O problema é a sujeira que deixam. Acordei cedo  na semana passada e vi todo o lixo da pastelaria do outro lado do  quarteirão na frente da minha porta”, afirma a dona de casa Salete  Matheus, de 53 anos, moradora da Vila Madalena desde 1960.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ao menos duas associações de bairro cobraram providências da  Prefeitura. “É pauta de toda reunião. Levamos à gerência da Paulista e à  Secretaria de Serviços, mas nada foi feito”, contou Célia Marcondes,  presidente da Sociedade dos Amigos e Moradores do Bairro Cerqueira  César. Em 2009, o Centro Cultural da Vila Madalena procurou a  Subprefeitura de Pinheiros para alertar sobre os morcegões. “Mas não  mudou nada”, diz a diretora do centro, Vângela Veloso.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo a Secretaria Municipal de Serviços, responsável por  fiscalizar a coleta de lixo, embora não haja ações específicas para  coibir os problemas, fiscais das subprefeituras “estão orientados a  avisar o Limpurb para realizar flagrantes”.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(fonte: Ecodebate)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-162134313471013606?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/162134313471013606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/162134313471013606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/08/coleta-clandestina-espalha-lixo-pelas.html' title='Coleta clandestina espalha lixo pelas ruas de SP. Moradores reclamam de falta de ação da Prefeitura'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-8512440265451702284</id><published>2010-08-10T20:51:00.002-03:00</published><updated>2010-08-10T21:27:17.705-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Logística reversa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PNRS'/><title type='text'>A dinâmica da Logística Reversa</title><content type='html'>&lt;h2&gt;Entenda como funciona a devolução de produtos no pós-consumo  ao fabricante. Para muitos, este é o mecanismo – já regulamentado na  Europa – que vai salvar o planeta das montanhas de lixo eletrônico. No  Brasil, a legislação se arrasta&lt;/h2&gt;Logística é um processo que pode ser dividido em várias  etapas: envolve compra e venda, devolução de mercadoria por motivo de  desistência ou de defeito e, finalmente, se preocupa com o destino de um  produto ao final de sua vida útil. A preocupação da Logística Reversa  (LR) é fazer com que esse material, sem condições de ser reutilizado,  retorne ao seu ciclo produtivo ou para o de outra indústria como insumo,  evitando uma nova busca por recursos na natureza e permitindo um  descarte ambientalmente correto. Parece simples e inteligente, mas o  processo ainda não funciona bem.&lt;br /&gt;&lt;div id="cnt0" style="display: block;"&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Nos Estados Unidos, as pessoas  normalmente têm duas ou três garagens em casa, sendo uma delas desviada  de sua função principal: vira depósito de entulhos. Boa parte dele é  formada por equipamentos velhos e sem uso que estão abandonados - mas  guardados - porque não se sabe o que fazer com aquilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem conta isso é Gailen Vick, presidente da &lt;strong&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.reverselogisticstrends.com/"&gt;RLA - Reverse Logistics Association&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;,  um especialista de mercado que conhece bem os gastos do país com  Logística Reversa de mais de US$ 750 bilhões por ano mas que afirma,  categoricamente, que as empresas não prestam muita atenção nisso,  especialmente porque não têm consciência de quanto dinheiro poderia 'ser  economizado com a adoção da prática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ser ambientalmente correto  afeta a satisfação do cliente. Se você não faz porque é ambientalista,  faça pelo lucro e pela imagem corporativa. O que é lixo, hoje, pode  valer dinheiro se for bem empregado no futuro”. Mas além do  desconhecimento do assunto, existe ineficiência na própria implementação  da LR, que exige, de fato, uma estrutura complexa para recolher,  armazenar e tratar resíduos e um investimento inicial alto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“E  quais são as ferramentas usadas para medir a eficiência da Logística  Reversa? Se você não sabe mensurar, como vai falar que tem um  problema?”, questiona. De acordo com Vick, nem mesmo os CEOs sabem muito  bem como executar o processo, por isso, eles devem ser educados sobre  os valores recuperados, pela própria cultura da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logística Reversa é a estratégia que, na visão de André Saraiva, diretor de Responsabilidade Socioambiental da &lt;strong&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.abinee.org.br/"&gt;Abinee – Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;  – permite um aumento de participação da empresa no mercado a partir de  um programa de take back. “A conscientização e a destinação  ambientalmente adequada de um produto pode trazer, a esse consumidor, o  entendimento sobre uma marca muito mais responsável e direta do que  qualquer comercial. É uma aposta no consumo consciente”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONSCIENTIZAÇÃO BASTA?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Esse  é outro ponto fundamental. Além da responsabilidade dos fabricantes ao  se desfazerem daquilo que criaram com o menor impacto para o meio  ambiente, precisa haver o compromisso dos clientes de fazer a melhor  compra e não se guiar apenas pelo menor preço. A LR reversa começa no  momento em que o produto é produzido, se estende ao ato da compra e  reinicia o ciclo quando é devolvido como matéria-prima para ser  reinserido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há inúmeras empresas que diminuíram o tamanho das  embalagens de seus produtos sem afetar seu conteúdo para gerar menos  lixo, que montam os equipamentos que comercializam pensando na  facilidade que terão em desmontá-los para reciclá-los depois e claro que  procuram utilizar materiais reciclados e, principalmente, recicláveis  em sua confecção.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;(fonte: Manoella Oliveira edição: Mônica Nunes Planeta Sustentável)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-8512440265451702284?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/8512440265451702284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/8512440265451702284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/08/dinamica-da-logistica-reversa.html' title='A dinâmica da Logística Reversa'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-5042214741947696220</id><published>2010-08-06T09:15:00.001-03:00</published><updated>2010-08-06T09:17:53.757-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Programa_de_Reciclagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Materiais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amálgama'/><title type='text'>Programa de Reciclagem de Amálgama envolve quase 2 mil dentistas</title><content type='html'>&lt;span class="documentAuthor"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: rgb(0, 0, 0); font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: Verdana,Lucida,Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;p class="documentDescription" style="margin: 0em 0em 0.5em; line-height: 1.5em; font-weight: normal; display: block;"&gt;&lt;span class="" id="parent-fieldname-description"&gt;O Programa de Reciclagem de Amálgama promovido desde 2005 pela OdontoPrev em parceria com a Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB/USP) já recuperou 16 quilos de amálgama e conta com a colaboração de 1.954 cirurgiões-dentistas em todo o Brasil, informou a empresa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div id="parent-fieldname-text" class="plain"&gt;&lt;p class="western" style="margin: 0px 0px 0.75em; line-height: 1.5em;"&gt;Cada restauração dentária utiliza em média 2 gramas de amálgama, que é um composto que contém 50% de mercúrio, metal pesado que pode se acumular e contaminar o solo, plantas e água e provoca sérios danos ao sistema nervoso central dos mamíferos. Nos homens ele pode causar a perda da sensibilidade nos membros, da visão, fala e audição, má formação de fetos e em casos mais graves pode levar à morte.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin: 0px 0px 0.75em; line-height: 1.5em;"&gt;“O resultado esperado é a proposição de tecnologias limpas, com a finalidade de conservação do meio ambiente“, afirma Vera Zanuto, gerente de Sustentabilidade da OdontoPrev.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin: 0px 0px 0.75em; line-height: 1.5em;"&gt;Além do mercúrio, a amálgama também apresenta prata na sua composição.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin: 0px 0px 0.75em; line-height: 1.5em;"&gt;A operadora patrocina a recuperação do material, que acontece no Laboratório de Bioquímica, da FOB-USP.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin: 0px 0px 0.75em; line-height: 1.5em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin: 0px 0px 0.75em; line-height: 1.5em;"&gt;&lt;span class="documentAuthor"&gt;(fonte: Revista Sustentabilidade por&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.revistasustentabilidade.com.br/author/fernanda" style="color: rgb(67, 105, 118); background-color: transparent;"&gt;Fernanda Dalla Costa&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt; )&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; color: rgb(0, 0, 0); font-family: 'Times New Roman'; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: Verdana,Lucida,Helvetica,Arial,sans-serif; font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-5042214741947696220?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/5042214741947696220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/5042214741947696220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/08/programa-de-reciclagem-de-amalgama.html' title='Programa de Reciclagem de Amálgama envolve quase 2 mil dentistas'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-7776723459268619910</id><published>2010-08-05T21:14:00.000-03:00</published><updated>2010-08-05T21:16:44.927-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Incentivos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Projetos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PNRS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oportunidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Legislação'/><title type='text'>Resíduos sólidos: a lei é boa para o ambiente e para a economia</title><content type='html'>&lt;!--    &lt;p class="autor-interna"&gt;    Henrique Andrade Camargo  &lt;/p&gt;    --&gt;      &lt;p&gt;     &lt;/p&gt;A nova lei de resíduos sólidos, que entrará em vigor em três meses, é  um bom exemplo de como medidas de natureza ambiental podem ter impactos  econômicos positivos. &lt;p&gt;Um caso exemplar é o da definição de que o produtor é responsável por  todo o ciclo de vida de seu produto. Isso significa que, ao final da  vida útil do produto, o fabricante é responsável por sua coleta e  disposição final. Isso se aplica a toda a linha eletro-eletrônica,  computadores, no-breaks, pilhas, baterias, lâmpadas, enfim uma ampla  gama de produtos. É a chamada logística reversa. Os contrários e  pessimistas podem pensar nela como pura elevação de custo. Os que têm  uma visão positiva, verão nela uma oportunidade de bons negócios.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Algumas empresas já fazem isso: recolhem seus produtos com o ciclo de  vida esgotado, levam para um galpão, desmontam, e separam o que é  reutilizável, o que é reciclável e o que tem que ser destruído de forma  ambientalmente segura. As peças reutilizáveis, reduzem o custo de  produção. As recicláveis, geram receita com sua venda para as  recicladoras. A destruição ambientalmente correta demanda serviços  específicos. Essas empresas fazem isso porque faz parte de seu programa  global de redução de emissões e da “pegada ecológica” ou por força de  cláusula contratual exigida por seus clientes, pelas mesmas razões. Em  vários casos as duas razões estão presentes: tanto fornecedor quanto  clientes têm programas que exigem a redução da pegada ecológica e das  emissões.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Haverá, contudo, empresas que, por causa de seu porte, ou por razões  técnicas, não serão capazes de fazer essa “desconstrução” por conta  própria. Importadoras de equipamentos, por exemplo, terão que se  responsabilizar pelos produtos que vendem, após o uso, já que o  fabricante não estará submetido à legislação brasileira.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Aí entrarão as empresas de serviços de logística reversa, que se  responsabilizarão pela coleta, desmonte, comercialização e descarte  final do material. Como parte de seu faturamento virá da venda de  reutilizáveis e recicláveis, podem oferecer preços atraentes às empresas  que queiram terceirizar suas obrigações legais com os produtos que  fabricam ou comercializam, após o uso. Bom negócio para todas as partes.  Os produtores e comerciantes se asseguram de que seus produtos  descartados terão o destino legal correto. Os prestadores de serviços de  logística reversa terão um negócio com demanda garantida e em expansão,  pois ela será determinada pelo crescimento da demanda doméstica, pela  intensidade de uso e pela elevada taxa de obsolescência que caracterizam  grande parte desses produtos. Quanto mais tecnologia embutida tiverem,  maior a taxa de obsolescência.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Tenho notícia de que pelo menos uma empresa de logística reversa já  está em organização no Brasil, juntando investidores locais e uma das  empresas líderes de logística reversa no EUA. E o jogo ainda nem  começou. Há outros exemplos. O investimento em aterros sanitários vai  gerar investimentos, aumentar o grau de reciclagem de produtos. Em  vários casos os aterros podem ser combinados a projetos de geração de  energia e receber créditos de carbono.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Abrem-se oportunidades de negócios, investimentos e empregos, em  função de uma determinação legal que tem efeitos positivos para o  ambiente, a saúde pública e a economia.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;(CarbonoBrasil)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;fonte: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Sérgio Abranches, do Ecopolítica &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-7776723459268619910?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/7776723459268619910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/7776723459268619910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/08/residuos-solidos-lei-e-boa-para-o.html' title='Resíduos sólidos: a lei é boa para o ambiente e para a economia'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-6420390170372020094</id><published>2010-08-03T21:06:00.000-03:00</published><updated>2010-08-03T21:07:28.422-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Projetos Incentivos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PNRS'/><title type='text'>Governo deve investir R$ 1,5 bi em coleta seletiva e fim de lixões</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana; font-size: 11px; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;p class="data-interna" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; line-height: 20px; font-size: 10px !important; font-weight: bold; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px; font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-size:180%;color:#00469E;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 18px; line-height: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; line-height: 20px; font-size: 12px; "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: x-small; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;Ivan Richard e Luana Lourenço, da Agência Brasil&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; line-height: 20px; font-size: 12px; "&gt;&lt;a href="http://mercadoetico.terra.com.br/website/wp-content/uploads/2010/08/coleta_seletiva_250.jpg" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; color: rgb(51, 51, 51); text-decoration: none; "&gt;&lt;img class="alignleft size-full wp-image-26504" src="http://mercadoetico.terra.com.br/website/wp-content/uploads/2010/08/coleta_seletiva_250.jpg" alt="" style="margin-top: 0px; margin-right: 18px; margin-bottom: 2px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; float: left; " /&gt;&lt;/a&gt;O governo pretende investir R$ 1,5 bilhão em projetos de tratamento de resíduos sólidos, na substituição de lixões e implantação da coleta seletiva e no financiamento de cooperativas de catadores. Durante a solenidade em que foi sancionada a Política Nacional de Resíduos Sólidos, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse que R$ 1 bilhão já estão previstos no Orçamento de 2011 e que R$ 500 milhões virão da Caixa Econômica Federal.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; line-height: 20px; font-size: 12px; "&gt;As linhas de crédito poderão financiar a elaboração de planos estaduais e municipais de resíduos sólidos e cooperativas de catadores. “O dinheiro irá para prefeituras, catadores, estados, para todos aqueles que são objeto de financiamento pelo setor público. Às vezes, o municípios tem o projeto do aterro, mas não tem o dinheiro para fazer o estudo de impacto ambiental”, lembrou a ministra.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; line-height: 20px; font-size: 12px; "&gt;A lei sancionada nesta segunda-feira (2/8) prevê a responsabilidade compartilhada na gestão dos resíduos sólidos e proíbe a manutenção de lixões em todo o país. A estimativa do governo é que, com a nova legislação, o potencial de geração de renda do setor de reciclagem salte de R$2 bilhões para R$ 8 bilhões, segundo cálculos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; line-height: 20px; font-size: 12px; "&gt;A regulamentação da lei, que definirá como a regra será aplicada e as sanções para quem não cumpri-la, deverá ser feita em até 90 dias pelo Ministério do Meio Ambiente.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; line-height: 20px; font-size: 12px; "&gt;A ministra Izabella Teixeira enfatizou que a população também será responsável pela implementação da lei. O governo pretende fazer campanhas educativas para o consumidor sobre a coleta seletiva e o descarte de materiais como pilhas e baterias.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; line-height: 20px; font-size: 12px; "&gt;“Todo mundo é responsável por fornecer destinação adequada a resíduos sólidos. Vamos ter que incrementar os serviços de coleta seletiva – isso exige um trabalho monumental, mas temos um novo patamar de legislação, a possibilidade de ter consórcios, de financiamento.”&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; line-height: 20px; font-size: 12px; "&gt;A ministra também apontou o papel da indústria na implementação da lei e disse que o governo pretende firmar acordos setoriais com as cadeias de eletroeletrônicos, alumínio e papelão para que os resíduos sejam descartados de forma correta.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 15px; padding-left: 0px; line-height: 20px; font-size: 12px; "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: x-small; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;(Agência Brasil)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-6420390170372020094?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/6420390170372020094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/6420390170372020094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/08/governo-deve-investir-r-15-bi-em-coleta.html' title='Governo deve investir R$ 1,5 bi em coleta seletiva e fim de lixões'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-7356336245518711659</id><published>2010-08-03T18:23:00.000-03:00</published><updated>2010-08-03T18:24:51.453-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PNRS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Legislação'/><title type='text'>Política Nacional de Resíduos Sólidos é sancionada em Brasília</title><content type='html'>&lt;span id="texto"&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;img alt="lula sanciona a lei que cria a pol�ica nacional de res�uos s�idos (pnrs), durante cerim�ia no pal�io itamaraty" src="http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/politica-nacional-de-residuos-solidos-e-sancionada/images/severino-t.jpg" width="425" height="260" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="discreet"&gt;&lt;em&gt;Lula sanciona a lei que cria a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), durante cerimônia no Palácio Itamaraty/Foto: &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a target="_blank" href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/ultimasfotos?p_p_id=galeria&amp;amp;p_p_lifecycle=0&amp;amp;p_p_state=normal&amp;amp;p_p_mode=view&amp;amp;p_p_col_id=column-1&amp;amp;p_p_col_count=1&amp;amp;_galeria_railsRoute=%2Fgerenciador_galeria%2Fgaleria%2Fshow%3Fid%3D1266#http://agenciabrasil.ebc.com.br/galeriaimagens/images/fotos/9532/normal?p_p_id=galeria"&gt;&lt;span class="discreet"&gt;&lt;em&gt;José Cruz/ABr&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depois  de 21 anos de tramitação no Congresso Nacional, a lei que institui a  Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) foi sancionada nesta  segunda-feira, 2 de agosto, em Brasília. Durante a cerimônia, o  presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a legislação é uma  "revolução em termos ambientais no Brasil".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com a sanção da PNRS, o  país passa a ter um marco regulatório na área de Resíduos Sólidos. A  lei faz a distinção entre resíduo (lixo que pode ser reaproveitado ou  reciclado) e rejeito (o que não é passível de reaproveitamento), além de  se referir a todo tipo de resíduo: doméstico, industrial, da construção  civil, eletroeletrônico, lâmpadas de vapores mercuriais,  agrosilvopastoril, da área de saúde e perigosos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Resultante  de ampla discussão com os órgãos de governo, instituições privadas,  organizações não governamentais e sociedade civil, a PNRS reúne  princípios, objetivos, instrumentos e diretrizes para a gestão dos  resíduos sólidos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Objetivos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os principais objetivos da nova lei são:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;A não-geração, redução, reutilização e tratamento de resíduos sólidos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Destinação final ambientalmente adequada dos rejeitos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Diminuição do uso dos recursos naturais (água e energia, por exemplo) no processo de produção de novos produtos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Intensificação de ações de educação ambiental;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Aumento da reciclagem no país;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Promoção da inclusão social;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Geração de emprego e renda para catadores de materiais recicláveis.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Propostas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A  PNRS institui o princípio de responsabilidade compartilhada pelo ciclo  de vida dos produtos, o que abrange fabricantes, importadores,  distribuidores e comerciantes, consumidores e titulares dos serviços  públicos de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um dos pontos fundamentais da nova lei é a chamada &lt;a target="_self" href="http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/nova-politica-preve-responsabilidade-de-empresas"&gt;logística reversa&lt;/a&gt;,  que se constitui em um conjunto de ações para facilitar o retorno dos  resíduos aos seus geradores para que sejam tratados ou reaproveitados em  novos produtos. De acordo com as novas regras, os envolvidos na cadeia  de comercialização dos produtos, desde a indústria até as lojas, deverão  estabelecer um consenso sobre as responsabilidades de cada parte.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As  empresas terão até o final de 2011 para apresentar propostas de acordo -  quem perder o prazo ficará sujeito à regulamentação federal.  Atualmente, a logística reversa já funciona com pilhas, pneus e  embalagens de agrotóxicos. Mas é pouco praticada pelo setor de  eletroeletrônicos, que foi um dos que mais contestaram tal ponto do  projeto.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;img alt="nova lei pro�e exist�cia de lix�s" src="http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/politica-nacional-de-residuos-solidos-e-sancionada/images/lixao-t.jpg" width="425" height="260" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="discreet"&gt;&lt;em&gt;A lei dos resíduos sólidos proíbe a existência de lixões/Foto: &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.flickr.com/photos/saopaulourgente/3840565186/"&gt;&lt;span class="discreet"&gt;&lt;em&gt;Flaviana Serafim &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A  PNRS também estabelece princípios para a elaboração dos Planos  Nacional, Estadual, Regional e Municipal de Resíduos Sólidos. Propicia  oportunidades de cooperação entre o poder público federal, estadual e  municipal, o setor produtivo e a sociedade em geral na busca de  alternativas para os problemas socioambientais existentes e na  valorização dos resíduos sólidos, por meio da geração de emprego e  renda.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Instrumentos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre os principais  instrumentos instituídos pela PNRS, comparados pela ministra do Meio  Ambiente, Izabella Teixeira, aos já aplicados pela União  Europeia, destacam-se:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="listagem_plone"&gt;Os planos de resíduos sólidos;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="listagem_plone"&gt;Inventários e o sistema declaratório anual de resíduos sólidos;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="listagem_plone"&gt;Coleta seletiva,&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="listagem_plone"&gt;Os  sistemas de logística reversa e outras ferramentas relacionadas à  implementação da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos  produtos;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="listagem_plone"&gt;Incentivo a cooperativas de catadores;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="listagem_plone"&gt;Monitoramento e a fiscalização ambiental, sanitária e agropecuária;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="listagem_plone"&gt;Cooperação  técnica e financeira entre os setores público e privado para o  desenvolvimento de pesquisas de novos produtos, métodos, processos e  tecnologias de gestão, reciclagem, reutilização, tratamento de resíduos e  disposição final ambientalmente adequada de rejeitos;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span class="listagem_plone"&gt;Educação ambiental.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Responsabilidade do cidadão&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A  responsabilidade de cada cidadão na hora de jogar o lixo fora segue  importante. A professora e pesquisadora do Centro de Desenvolvimento  Sustentável da Universidade de Brasília (CDS/UnB), Izabel Zaneti,  afirmou que o trabalho de coleta e reciclagem é cada vez mais  importante.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Os resíduos estão crescendo em quantidade e  complexidade”, destacou, ao lembrar dos resíduos de aparelhos  eletrônicos, como as baterias dos telefones celulares e outros materiais  que contém metais pesados de alto impacto ambiental.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A lei dos  resíduos sólidos proíbe a existência de lixões e determina a criação de  aterros para lixo sem possibilidade de reaproveitamento ou de  decomposição (matéria orgânica). Nos aterros, que poderão ser formados  até por consórcios de municípios, será proibido catar lixo, morar ou  criar animais. As prefeituras poderão ter recursos para a criação de  aterros, desde que aprovem nas câmaras de vereadores uma lei municipal  criando um sistema de reciclagem dos resíduos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O governo pretende  investir R$ 1,5 bilhão em projetos de tratamento de resíduos sólidos, na  substituição de lixões e implantação da coleta seletiva e no  financiamento de cooperativas de catadores. A ministra do Meio Ambiente,  Izabella Teixeira, informou que R$ 1 bilhão já estão previstos no  Orçamento de 2011 e que R$ 500 milhões virão da Caixa Econômica Federal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As  linhas de crédito poderão financiar a elaboração de planos estaduais e  municipais de resíduos sólidos e cooperativas de catadores. “O dinheiro  irá para prefeituras, catadores, estados, para todos aqueles que são  objeto de financiamento pelo setor público. Às vezes, o municípios tem o  projeto do aterro, mas não tem o dinheiro para fazer o estudo de  impacto ambiental”, lembrou a ministra.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-7356336245518711659?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/7356336245518711659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/7356336245518711659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/08/politica-nacional-de-residuos-solidos-e.html' title='Política Nacional de Resíduos Sólidos é sancionada em Brasília'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-6693780705527846512</id><published>2010-08-02T19:52:00.002-03:00</published><updated>2010-08-02T19:54:30.901-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PNRS'/><title type='text'>Lula sanciona lei que cria Política Nacional dos Resíduos Sólidos</title><content type='html'>&lt;div class="materia-titulo"&gt;&lt;h2&gt;Legislação prevê que empresas recolham embalagens usadas de produtos.&lt;br /&gt;Também exige que as pessoas separem o lixo onde houver coleta seletiva. &lt;/h2&gt;              &lt;/div&gt;             &lt;div class="materia-assinatura-letra"&gt;                                &lt;div class="materia-assinatura"&gt;                     &lt;p class="vcard author"&gt;                                                  &lt;strong class="fn"&gt;Nathalia Passarinho&lt;/strong&gt;                                                                           &lt;span class="adr"&gt;                             &lt;span class="locality"&gt;Do G1, em Brasília&lt;/span&gt;                         &lt;/span&gt;                                          &lt;/p&gt;                 &lt;/div&gt;O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira  (2) a Política Nacional dos Resíduos Sólidos, que tem o objetivo de  incentivar a reciclagem de lixo e o correto manejo de produtos usados  com alto potencial de contaminação. Entre as novidades na nova lei está a  criação da “logística reversa”, que obriga os fabricantes,  distribuidores e vendedores a recolher embalagens usadas. A medida vale  para materiais agrotóxicos, pilhas, baterias, pneus, óleos  lubrificantes, lâmpadas e eletroeletrônicos.&lt;/div&gt; &lt;p&gt;  A legislação também determina que as pessoas façam a separação  doméstico nas cidades onde há coleta seletiva. Catadores e a indústria  de reciclagem receberão incentivos da União. Além disso, os municípios  só receberão recursos do governo federal para projetos de limpeza  pública e manejo de resíduos depois de aprovarem planos de gestão.  A  lei ainda precisa passar por regulamentação. Será necessário, por  exemplo, estabelecer um prazo de adaptação para as empresas e  disciplinar o tipo de tratamento que deve ser dado a cada tipo de  material.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;  De acordo com Lula, a regulamentação deve sair em 90 dias. "Nós temos  que ter cuidado para não demorar pare regulamentar. Não podemos passar  de 90 dias", afirmou ele durante cerimônia de sanção da lei.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;  O objetivo das novas regras é estabelecer a responsabilidade  compartilhada entre a sociedade, empresas, governos estaduais, a união e  prefeituras no manejo correto do lixo. "A adoção de uma lei nacional  para disciplinar o manejo de resíduos é uma revolução em termos  ambientais. O maior mérito, contudo, é a inclusção social de  trabalhadores que durante anos foram esquecidos e maltratados pelo poder  público", disse o presidente.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;  A lei proíbe ainda a criação de lixões onde os resíduos são lançados a  céu aberto. Todas as prefeituras terão que construir aterros sanitários  ambientalmente sustentáveis, onde só poderão ser depositados resíduos  sem qualquer possibilidade de reaproveitamento. Será vetado também catar  lixo, morar ou criar animais noesses aterros. A legislação proíbe ainda  a importação de qualquer tipo de lixo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;  De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, a produção diária de lixo  nas cidades brasileiras chega a 150 mil toneladas. Deste total, 59% vão  para lixões e apenas 13% são reaproveitados. O ministério informou ainda  que Orçamento de 2011 prevê R$ 1 bilhão para financiamentos e  invcentivos do governo a reciglagem. Além disso, a Ceixa Econômica  Federal tera R$ 500 milhões disponíveis em crédito para cooperativas de  catadores e projetos que tratam de manejo de resíduos.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-6693780705527846512?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/6693780705527846512'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/6693780705527846512'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/08/lula-sanciona-lei-que-cria-politica.html' title='Lula sanciona lei que cria Política Nacional dos Resíduos Sólidos'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-769961374029508260</id><published>2010-07-31T20:26:00.000-03:00</published><updated>2010-07-31T20:29:23.884-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Natal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Programa_de_Reciclagem'/><title type='text'>Prefeitura de Natal lança programa de programa de benefícios para estimular coleta seletiva</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Lucida, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; "&gt;&lt;h1 class="documentFirstHeading" style="color: black; font-family: Verdana, Lucida, Helvetica, Arial, sans-serif; margin-top: 5px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; font-size: 17px; border-bottom-width: 0px; border-bottom-style: solid; border-bottom-color: rgb(212, 220, 179); font-weight: bold; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; font-size: 10px; color: rgb(118, 121, 124); "&gt;&lt;span class="documentAuthor"&gt;por &lt;a href="http://www.revistasustentabilidade.com.br/author/fernanda" style="color: rgb(67, 105, 118); background-color: transparent; "&gt;Fernanda Dalla Costa&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;span class="documentModified"&gt;— &lt;span&gt;última modificação&lt;/span&gt; Apr 28, 2010 12:40 PM&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;p class="documentDescription" style="margin-top: 0em; margin-right: 0em; margin-bottom: 0.5em; margin-left: 0em; line-height: 1.5em; font-weight: normal; display: block; "&gt;&lt;span class="" id="parent-fieldname-description"&gt;A Prefeitura Municipal de Natal lançou este ano o Programa Troca Ecológica que disponibiliza aos natalenses embalagens plásticas padronizadas para identificar resíduos destinados à coleta seletiva e reciclagem, apurou a Revista Sustentabilidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div id="parent-fieldname-text" class="plain"&gt;&lt;p class="western" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: 1.5em; "&gt;Apesar do programa ter sido instituído pela Lei Municipal 6060/2010 de fevereiro de 2010, ele ainda não tinha sido regulamentado até a publicação desta matéria.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: 1.5em; "&gt;Segundo a projeto, a cada dez quilos de lixo reciclável limpo entregues, os participantes receberão um vale social que poderá ser trocado por algum benefícios a ser determinado pela regulamentação.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: 1.5em; "&gt;A reportagem da Revista Sustentabilidade apurou que o benefício ainda não foi definido e nem está determinado na lei. O vereador Enildo Alves (PSB), autor da proposta, não retornou nossas ligações.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: 1.5em; "&gt;A prefeitura de Natal se responsabilizará pela triagem e reciclagem do material coletado por meio de leilões específicos. Segundos dados da prefeitura os cerca de 700 mil habitantes de Natal produzem aproximadamente 1.300 toneladas de resíduos urbanos por dia.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: 1.5em; "&gt;A nova lei também inclui um programa de conscientização por meio da distribuição de materiais informativos à população e campanhas específicas na imprensa local.&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: 1.5em; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="western" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: 1.5em; "&gt;&lt;i&gt;(fonte: Revista Sustentabilidade)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-769961374029508260?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/769961374029508260'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/769961374029508260'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/07/prefeitura-de-natal-lanca-programa-de.html' title='Prefeitura de Natal lança programa de programa de benefícios para estimular coleta seletiva'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-1486387300843706270</id><published>2010-07-24T12:52:00.000-03:00</published><updated>2010-07-24T12:53:33.486-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PNRS'/><title type='text'>Ministério planeja solenidade para sanção da Política de Resíduos em 2 de agosto</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Lucida, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; "&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;por Emerson Teles&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: 1.5em; "&gt;A informação é da assessoria do ministério que, entretanto, não confirma a data. A assessoria de comunicação da Casa Civil também não confirmou a data da cerimônia e informou que 3 de agosto é o prazo legal para que o presidente sancione a lei.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: 1.5em; "&gt;A Casa Civil também informou que o projeto será revisado e pode ser alterado caso seja necessário.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: 1.5em; "&gt;Aprovada no Senado em aprovada no Senado, em 7 de julho, após 21 anos de tramitação, a lei incentiva a indústria de reciclagem, e cria a política que prevê a implementação de um sistema de logística reversa e a adoção de políticas públicas que visem racionalizar o uso de matérias-primas.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: 1.5em; "&gt;Enquanto isso, a responsabilidade pelo controle dos resíduos em toda a cadeia produtiva nacional é compartilhada entre o governo, o fabricante, o comércio e o consumidor.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: 1.5em; "&gt;O texto também concede incentivos fiscais e outros instrumentos para estimular o setor e financiar inovações. Segundo empresas do setor, ao vigorar, a lei vai permitir investimentos em novas tecnologias de reciclagem e gerenciamento de resíduos e pode atrair até capital estrangeiro de empresas que já visam a reciclagem.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: 1.5em; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; line-height: 1.5em; "&gt;&lt;i&gt;(fonte: Revista Sustentabilidade)&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-1486387300843706270?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/1486387300843706270'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/1486387300843706270'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/07/ministerio-planeja-solenidade-para.html' title='Ministério planeja solenidade para sanção da Política de Resíduos em 2 de agosto'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-4947642335474612834</id><published>2010-07-18T00:09:00.000-03:00</published><updated>2010-07-18T00:10:14.869-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Florianópolis'/><title type='text'>Lixo Zero, desafio para Florianópolis</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; "&gt;&lt;div id="news-titulo" style="font: normal normal bold 18px/20px Tahoma, Helvetica, sans-serif; color: rgb(25, 48, 99); letter-spacing: -1px; text-align: left; padding-right: 20px; padding-left: 20px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="news-texto"&gt;&lt;p style="font: normal normal normal 11px/20px Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(0, 0, 0); padding-right: 20px; padding-left: 20px; "&gt;&lt;img src="http://floripamanha.org/wp/wp-content/uploads/2010/07/3525480203_ca3ea36a06.jpg" alt="Lixo Zero" title="Lixo Zero, desafio para Florianópolis" width="150" height="112" class="thumbnail" align="left" border="0" style="border-top-width: 1px; border-right-width: 1px; border-bottom-width: 1px; border-left-width: 1px; border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-color: rgb(204, 204, 204); border-right-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-left-color: rgb(204, 204, 204); padding-right: 8px; padding-bottom: 8px; padding-top: 8px; padding-left: 8px; margin-right: 8px; margin-top: 5px; " /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font: normal normal normal 11px/20px Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(0, 0, 0); padding-right: 20px; padding-left: 20px; "&gt;No passado, aceitava-se como natural que aumento populacional acarretava automaticamente aumento do volume da coleta de lixo comum. No presente, não é ecologicamente correto. E no futuro, o que se espera?&lt;/p&gt;&lt;p style="font: normal normal normal 11px/20px Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(0, 0, 0); padding-right: 20px; padding-left: 20px; "&gt;No ano de 2010, foram aprovadas diversas políticas públicas referentes à redução de resíduos. Um dos mais sérios problemas do país, que é a ausência de regras para tratamento das 150 mil toneladas de lixo produzidas diariamente nas cidades brasileiras, é o principal alvo de um projeto aprovado no dia 7/7 pelo Plenário do Senado Federal. O substitutivo da Câmara dos Deputados ao projeto de lei do Senado (PLS 354/89) que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos foi encaminhado à sanção do presidente da República.&lt;/p&gt;&lt;p style="font: normal normal normal 11px/20px Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(0, 0, 0); padding-right: 20px; padding-left: 20px; "&gt;No âmbito estadual, foi publicada a LEI Nº 15.112, de 19 de janeiro de 2010 que dispõe sobre a proibição de despejo de resíduos sólidos reaproveitáveis e recicláveis em lixões e aterros sanitários e a LEI Nº 15.119, de 19 de janeiro de 2010, que dispõe sobre a coleta dos resíduos sólidos inorgânicos nas áreas rurais. Na Câmara Municipal de Florianópolis, está em fase de aprovação, Projeto de Lei no 3.824/1992 que Institui a Política Municipal de Coleta Seletiva de Resíduos Sólidos.&lt;/p&gt;&lt;p style="font: normal normal normal 11px/20px Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(0, 0, 0); padding-right: 20px; padding-left: 20px; "&gt;Atentas a necessidade de buscar uma ampliação da coleta de resíduos recicláveis, cerca de 20 instituições públicas e privadas constituíram o Fórum de Resíduos Sólidos. Foi elaborada uma matriz de planejamento em 26 de abril findo que tem como objetivo estratégico para 2012: Consolidar o grupo interinstitucional de gestão dos resíduos sólidos de Florianópolis com participação, eficiência na política pública, educação ambiental, adesão da comunidade, produção de conhecimento e comunicação dos resultados.&lt;/p&gt;&lt;p style="font: normal normal normal 11px/20px Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(0, 0, 0); padding-right: 20px; padding-left: 20px; "&gt;População orientada para reciclar e um sistema de coleta e triagem fortalecido permitem antever que será factível ampliar o percentual de resíduos recicláveis e perseguir o seguinte estratégico para 2015: Ter a gestão sobre os resíduos sólidos de Florianópolis consolidada como política pública, com legislação específica, participação da sociedade, fiscalização efetiva e resultados mensuráveis, construindo sustentabilidade plena.&lt;/p&gt;&lt;p style="font: normal normal normal 11px/20px Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(0, 0, 0); padding-right: 20px; padding-left: 20px; "&gt;Galgando esses passos, infere-se que o desafio de lixo zero em 2030 não é utópico.&lt;/p&gt;&lt;p style="font: normal normal normal 11px/20px Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(0, 0, 0); padding-right: 20px; padding-left: 20px; "&gt;Foto de &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/15maratonafotografica/3525480203/" target="blank" style="color: rgb(51, 102, 204); text-decoration: none; "&gt;Alan de Camargo&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p style="font: normal normal normal 11px/20px Arial, Helvetica, sans-serif; color: rgb(0, 0, 0); padding-right: 20px; padding-left: 20px; "&gt;Por Otávio Ferrari Filho, presidente da Associação FloripAmanhã.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-4947642335474612834?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/4947642335474612834'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/4947642335474612834'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/07/lixo-zero-desafio-para-florianopolis.html' title='Lixo Zero, desafio para Florianópolis'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-5588847388259737165</id><published>2010-07-17T23:49:00.000-03:00</published><updated>2010-07-17T23:54:45.256-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PNRS'/><title type='text'>Estados e municípios têm 2 anos para implantar políticas de resíduos</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span"   style="  border-collapse: collapse; font-family:Verdana, Lucida, Helvetica, Arial, sans-serif;font-size:12px;"&gt;&lt;h1 class="documentFirstHeading" face="Verdana, Lucida, Helvetica, Arial, sans-serif" size="17px" color="initial" style="color: black;  margin-top: 5px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px;  border-bottom-width: 0px; border-bottom-style: solid; border-bottom-color: rgb(212, 220, 179); font-weight: bold; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border- padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; line-height: 18px; font-size: medium;"&gt;&lt;h1 class="documentFirstHeading" face="Verdana, Lucida, Helvetica, Arial, sans-serif" size="17px" color="initial" style="margin-top: 5px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; border-bottom-width: 0px; border-bottom-color: rgb(212, 220, 179); border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; font-size: medium;"&gt;Os estados e municípios brasileiros têm um prazo de 2 anos para implantar suas políticas de gestão de resíduos, sem o que ficarão fora da fatia de recursos da União destinados aos projetos, empreendimentos e serviços relacionados à gestão de lixo. Isso é o que determina a lei que cria a Política Nacional de Resíduos Sólidos, aprovada no Senado na semana passada e que agora aguarda a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 class="documentFirstHeading" face="Verdana, Lucida, Helvetica, Arial, sans-serif" size="17px" color="initial" style="margin-top: 5px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; border-bottom-width: 0px; border-bottom-color: rgb(212, 220, 179); border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; font-size: medium;"&gt;Ao ser aprovada, a lei manda que a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios instituam normas específicas para conceder incentivos fiscais ou financeiros para indústrias e entidades dedicadas à reciclagem, à responsabilidade pelo ciclo de vida dos produtos e às empresas dedicadas à limpeza urbana.&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 class="documentFirstHeading" face="Verdana, Lucida, Helvetica, Arial, sans-serif" size="17px" color="initial" style="margin-top: 5px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; border-bottom-width: 0px; border-bottom-color: rgb(212, 220, 179); border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 class="documentFirstHeading" face="Verdana, Lucida, Helvetica, Arial, sans-serif" size="17px" color="initial" style="margin-top: 5px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; border-bottom-width: 0px; border-bottom-color: rgb(212, 220, 179); border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; font-size: medium;"&gt;Leia na íntegra o texto final do projeto de lei que cria a Política Nacional de Resíduos Sólidos.&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 class="documentFirstHeading" face="Verdana, Lucida, Helvetica, Arial, sans-serif" size="17px" color="initial" style="margin-top: 5px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; border-bottom-width: 0px; border-bottom-color: rgb(212, 220, 179); border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 class="documentFirstHeading" face="Verdana, Lucida, Helvetica, Arial, sans-serif" size="17px" color="initial" style="margin-top: 5px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; border-bottom-width: 0px; border-bottom-color: rgb(212, 220, 179); border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; font-size: medium;"&gt;O projeto de lei prevê que, na concessão de incentivos financeiros destinados à ações relacionadas ao gerenciamento de resíduos, as entidades de crédito sigam critérios diferenciados.&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 class="documentFirstHeading" face="Verdana, Lucida, Helvetica, Arial, sans-serif" size="17px" color="initial" style="margin-top: 5px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; border-bottom-width: 0px; border-bottom-color: rgb(212, 220, 179); border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 class="documentFirstHeading" face="Verdana, Lucida, Helvetica, Arial, sans-serif" size="17px" color="initial" style="margin-top: 5px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; border-bottom-width: 0px; border-bottom-color: rgb(212, 220, 179); border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; font-size: medium;"&gt;Com as novas normas, os planos deverão ser elaborados observando um prazo de 20 anos e que sejam revisados a cada quatro anos. O texto também diz que a regulamentação do Plano Nacional de Resíduos Sólidos seja realizada com participação da sociedade, por meio de audiências e consultas públicas.&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 class="documentFirstHeading" face="Verdana, Lucida, Helvetica, Arial, sans-serif" size="17px" color="initial" style="margin-top: 5px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; border-bottom-width: 0px; border-bottom-color: rgb(212, 220, 179); border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 class="documentFirstHeading" face="Verdana, Lucida, Helvetica, Arial, sans-serif" size="17px" color="initial" style="margin-top: 5px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; border-bottom-width: 0px; border-bottom-color: rgb(212, 220, 179); border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; font-size: medium;"&gt;A prevenção e redução da geração de resíduos sólidos no processo produtivo, o desenvolvimento de produtos com menores impactos à saúde humana e à qualidade ambiental em seu ciclo de vida, a implantação de infraestrutura física e aquisição de equipamentos para cooperativas e a estruturação de sistemas de coleta seletiva e de logística reversa poderão ter linhas de financiamento, instituídas pelo poder público.&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 class="documentFirstHeading" face="Verdana, Lucida, Helvetica, Arial, sans-serif" size="17px" color="initial" style="margin-top: 5px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; border-bottom-width: 0px; border-bottom-color: rgb(212, 220, 179); border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 class="documentFirstHeading" face="Verdana, Lucida, Helvetica, Arial, sans-serif" size="17px" color="initial" style="margin-top: 5px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; border-bottom-width: 0px; border-bottom-color: rgb(212, 220, 179); border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; font-size: medium;"&gt;A situação atual dos resíduos sólidos, as tendências internacionais e macroeconômicas, as metas de redução, reutilização e reciclagem, bem como de aproveitamento energético dos gases gerados nas unidades de disposição final e as metas para a eliminação e recuperação de lixões devem estar contemplados nos planos nacional, estaduais e municipais de gerenciamento de resíduos.&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 class="documentFirstHeading" face="Verdana, Lucida, Helvetica, Arial, sans-serif" size="17px" color="initial" style="margin-top: 5px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; border-bottom-width: 0px; border-bottom-color: rgb(212, 220, 179); border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 class="documentFirstHeading" face="Verdana, Lucida, Helvetica, Arial, sans-serif" size="17px" color="initial" style="margin-top: 5px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; border-bottom-width: 0px; border-bottom-color: rgb(212, 220, 179); border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; font-size: medium;"&gt;QUEIMA ENERGÉTICA DE RESÍDUOS&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 class="documentFirstHeading" face="Verdana, Lucida, Helvetica, Arial, sans-serif" size="17px" color="initial" style="margin-top: 5px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; border-bottom-width: 0px; border-bottom-color: rgb(212, 220, 179); border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; font-size: medium;"&gt;O texto da Política Nacional de Resíduos Sólidos estabelece prazos para o início da obtenção de energia a partir da queima de resíduos e para a elaboração de planos federal, estaduais e municipais de gerenciamento de resíduos, que podem ser instrumentos determinantes para que as entidades federativas consigam financiamentos para a gestão de resíduos.&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 class="documentFirstHeading" face="Verdana, Lucida, Helvetica, Arial, sans-serif" size="17px" color="initial" style="margin-top: 5px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; border-bottom-width: 0px; border-bottom-color: rgb(212, 220, 179); border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 class="documentFirstHeading" face="Verdana, Lucida, Helvetica, Arial, sans-serif" size="17px" color="initial" style="margin-top: 5px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; border-bottom-width: 0px; border-bottom-color: rgb(212, 220, 179); border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; font-size: medium;"&gt;De acordo com o documento, a incineração dos resíduos sólidos para a geração de energia deverá ser implantada em até quatro anos após publicação da lei, período curto se levarmos em conta a necessidade de construção de toda a infra-estrutura necessária para o início das atividades e o fortalecimento das iniciativas de coleta seletiva e de reciclagem, já que os materiais deverão passar por uma triagem e apenas o material final ser incinerado.&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 class="documentFirstHeading" face="Verdana, Lucida, Helvetica, Arial, sans-serif" size="17px" color="initial" style="margin-top: 5px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; border-bottom-width: 0px; border-bottom-color: rgb(212, 220, 179); border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h1 class="documentFirstHeading" face="Verdana, Lucida, Helvetica, Arial, sans-serif" size="17px" color="initial" style="margin-top: 5px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; border-bottom-width: 0px; border-bottom-color: rgb(212, 220, 179); border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; font-size: medium;"&gt;por Fernanda Dalla Costa - Revista Sustentabilidade&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-5588847388259737165?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/5588847388259737165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/5588847388259737165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/07/estados-e-municipios-tem-2-anos-para.html' title='Estados e municípios têm 2 anos para implantar políticas de resíduos'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-8554228714385588292</id><published>2010-07-17T23:45:00.000-03:00</published><updated>2010-07-17T23:47:13.997-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Óleo_Vegetal São_Paulo'/><title type='text'>Reciclagem de óleo gera renda para 1,8 mil trabalhadores em todo o país</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Segoe UI', 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica; font-size: 13px; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;h3 class="linha-bottom" style="font-size: 12pt; font-weight: bold; margin-top: 4px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: solid; border-bottom-color: rgb(213, 221, 216); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; font-size: 13px; "&gt;Ao jogar o óleo de cozinha usado na pia, o brasileiro não percebe que está ajudando a aumentar a contaminação dos córregos, rios e mares, além de colaborar para entupir o encanamento da sua residência e das galerias pluviais.&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="corpoTexto"&gt;&lt;br /&gt;“Com uma iniciativa muito simples, os cidadãos podem ajudar na preservação do meio ambiente e na geração de renda para as pessoas carentes”, destaca a presidente da Associação Nacional para Sensibilização, Coleta e Reciclagem de Resíduos de Óleo Comestível (Ecóleo), Célia Marcondes. Segundo ela, o armazenamento do óleo em potes de vidro e o encaminhamento do produto para postos de reciclagem está gerando renda para 1,8 mil trabalhadores em todo o país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“São pessoas que vivem só disso”, afirmou Célia, em entrevista à Agência Brasil. A associação que ela preside não se responsabiliza pela coleta, mas é responsável pela criação de redes que fazem esse serviço. Cerca de 50 entidades e empresas, de acordo com Célia, já estão interessadas em participar desse processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Grande São Paulo, a organização não governamental (ONG) Trevo é uma das responsáveis pela coleta desse material em cerca de 2,5 mil prédios. Segundo Roberto Costacoi, a ONG que preside coleta, em média, 270 mil litros de óleo por mês. Todo esse óleo de cozinha que é recolhido pelos prédios, bares e principalmente restaurantes fast food de São Paulo é depois tratado e repassado para grandes indústrias de biodiesel. Com esse trabalho, a organização se autosustenta e gera emprego para 50 famílias que recebem, em média, R$ 1 mil por mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A reciclagem tem várias vantagens: uma é que vamos deixar um mundo melhor para nosso filhos e netos. Outra é que vai cair pela metade o gasto do condomínio com o desentupimento de esgotos e encanamentos – e sabemos que qualquer desentupidora não sai de sua base por menos de R$ 1 mil. Tem ganho material, ganho ecológico e geração de emprego”, destacou Costacoi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a Sabesp, empresa responsável pelo fornecimento de água, coleta e tratamento de esgotos de 366 municípios do estado de São Paulo, a reciclagem do óleo de cozinha realmente diminui o número de trabalhos de desobstrução na rede de esgoto. Em Cerqueira César, bairro da capital paulista onde o trabalho começou a ser desenvolvido em 2007 com as ONGs Trevo e Ecóleo, 1,6 mil condomínios aderiram ao programa e o resultado foi que o número de desobstruções de esgotos diminuiu 26% em relação aos demais bairros operados pela Sabesp.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Célia, uma família brasileira formada por cinco pessoas consome cerca de quatro litros de óleo por mês. Desse total, um litro é descartado e o restante absorvido na comida. Pelos cálculos da Sabesp, cada litro desse óleo que é descartado nas pias polui mais de 25 mil litros de água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A reciclagem gera postos de trabalho e renda e aquilo que é problema, que é resíduo, vai passar a ser produto para as indústrias, que precisam do óleo como matéria-prima. Há uma gama enorme de produtos (biodiesel, sabão, tintas, vernizes e massas de vidro) que podem ser feitos com esse material que estamos jogando fora de forma irresponsável”, resumiu Célia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="corpoTexto"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="corpoTexto"&gt;&lt;h3 class="linha-bottom" style="font-size: 12pt; font-weight: bold; margin-top: 4px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: solid; border-bottom-color: rgb(213, 221, 216); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(149, 160, 161); font-weight: normal; font-size: 12px; "&gt;Fonte: Agência Brasil&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-8554228714385588292?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/8554228714385588292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/8554228714385588292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/07/reciclagem-de-oleo-gera-renda-para-18.html' title='Reciclagem de óleo gera renda para 1,8 mil trabalhadores em todo o país'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-6582351215450180019</id><published>2010-07-15T20:28:00.000-03:00</published><updated>2010-07-15T20:29:22.212-03:00</updated><title type='text'>O aproveitamento e a reciclagem do lixo, artigo de José Eustáquio Diniz Alves</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img class="aligncenter" src="http://www.ecodebate.com.br/foto/lixo12abr.jpg" alt="Lixo reciclável. Foto ABr" height="314" width="420" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Lixo reciclável. Foto ABr&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;[&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/7WF"&gt;EcoDebate&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;] Muitas pessoas se preocupam com o impacto dos atuais quase 7 bilhões de habitantes do mundo. Evidentemente o elevado número de pessoas no Planeta é um fator de pressão sobre o meio ambiente. Acontece que a população vai continuar crescendo até algo em torno de 9 bilhões de habitantes, pois o mundo ainda tem uma estrutura etária relativamente jovem. Somente com o aprofundamento da transição demográfica a população vai parar de crescer. Mas o meio ambiente não pode esperar a “inércia demográfica”. O que fazer então?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Uma alternativa é diminuir o consumo. Mas, isto também não é simples, pois existem bilhões de habitantes que não possuem condições adequadas de sobrevivência e lutam por uma vida com mais conforto, com mais educação e saúde, com melhores condições de habitação e lazer, etc. A China, por exemplo, é um país que controlou o crescimento da população, mas liberou o crescimento do consumo e já é o maior mercado para alimentos, moradias, eletrodomésticos, motocicletas, automóveis, celulares, etc.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br /&gt;Uma população maior, com um consumo maior, gera uma montanha maior de lixo e resíduos. Desta forma, a produção e o consumo humanos agridem a natureza duplamente: primeiro sugam os recursos naturais, depois devolvem um volume imenso de lixo que volta para a natureza poluindo os rios, os oceanos, o ar, os terrenos e degradando o meio ambiente. Mesmo o lixo recolhido em aterros sanitários é fonte de poluição e ocupa terrenos e áreas cada vez maiores em torno das grandes cidades.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Sem dúvida precisamos reduzir o consumo supérfluo per capita da humanidade, em especial, daqueles e daquelas que tem alto padrão de consumo conspícuo. Também precisa haver uma melhor distruibuição do acesso aos bens materiais entre e intra os países. Mas uma forma de mitigar e reduzir os danos do consumo médio excessivo da humanidade é por meio de um adequado tratamento e aproveitamento do lixo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As estatísticas mostram que, no Brasil, são gerados 240 mil toneladas de lixo urbano por dia. Pequena parte é reciclada e a maior parte (fora aqueles que são jogados diretamente no mato, rios e oceanos) vai para aterros sanitários ou lixões. São mais de 200 mil toneladas de lixo e resíduos que ocupam espaço, degradam o ambiente, geram doenças. A decomposição do lixo produz metano (CH4), gás carbônico (CO2) e outras gases poluentes que reforçam o aquecimento global. O chorume, por exemplo, se infiltra no solo e contamina os lençóis freáticos, com o seu alto teor de acidez e bactérias.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em alguns aterros, se implantou um sistema de captação de gás metano para gerar energia. Existem usinas pilotos (Usinaverde) que são capazes de transformar 30 toneladas de lixo, por dia, em energia suficiente para atender 20 mil habitantes. Portanto, se todo o lixo produzido no país fosse transformado em energia poderíamos economizar bilhões na queima de petróleo e carvão vegetal e mineral. Existem também biodigestores anaeróbicos capazes de processar o lixo em sua forma “natural”, tal como é coletado pelos caminhões nas residências, em energia útil para as residências e as comunidades. Além de gerar energia, o reaproveitamento dos resíduos contribui para mitigar o impacto sobre o meio ambiente, possibilitando reciclar papéis, plásticos, vidros, metais, etc, o que gera empregos e minimiza problemas de saneamento e saúde pública.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA, 2010) mostra que se a sociedade brasileira reciclasse todos os resíduos urbanos que são encaminhados aos lixões e aterros, poderíamos economizar cerca de R$ 8 bilhões ao ano. Hoje, a economia gerada com a atividade de reciclagem varia de R$ 1,3 a 3 bilhões anualmente. Apenas 14% da população brasileira conta com o serviço de coleta seletiva, e somente 3% dos resíduos sólidos urbanos gerados nas cidades são coletados nos municípios. Neste mês de julho, o Congresso aprovou a Política Nacional de Resíduos Sólidos, sendo obrigação da União, Estados e municípios elaborar e executar planos para tratar os resíduos sólidos, com novas regras para o manejo desse tipo de lixo e a fixação de metas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A própria coleta do lixo requer um investimento adequado. O modelo implementado na cidade de Barcelona tem servido de exemplo para diversas outras cidades. O esquema catalão de coleta de lixo evita as sujeiras das ruas, causadas por latas de lixo, e evita a circulação de caminhões e a queima de óleo diesel, deixando a cidade mais agradável, silenciosa, limpa e até cheirosa. O sistema é simples (mas não barato), a população recolhe o lixo e o coloca em tubos ligados a um sugador subterrâneo, que leva o lixo até um centro de coleta, onde passa por uma triagem e é transportado para uma usina de reciclagem, afastada da cidade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Desta forma, o aproveitamento e tratamento do lixo, desde as residências até as usinas de reciclagem e produção de energia, são uma forma de mitigar o impacto das atividades humanas sobre o meio ambiente. Sem dúvida, a pegada ecológica humana pode ter uma redução considerável se o lixo deixar de ser tratado na velha acepção da palavra lixo (restos, entulhos, sujeira, imundície, coisa sem valor), e, sim, for tratado como insumo de materiais reciclados e como fonte de energia.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;José Eustáquio Diniz Alves, colunista do EcoDebate, é Doutor em demografia e professor titular do mestrado em Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais da Escola Nacional de Ciências Estatísticas – ENCE/IBGE; expressa seus pontos de vista em caráter pessoal. E-mail: jed_alves{at}yahoo.com.br&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-6582351215450180019?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/6582351215450180019'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/6582351215450180019'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/07/o-aproveitamento-e-reciclagem-do-lixo_15.html' title='O aproveitamento e a reciclagem do lixo, artigo de José Eustáquio Diniz Alves'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-7269753880429308047</id><published>2010-07-15T20:19:00.000-03:00</published><updated>2010-07-15T20:20:07.560-03:00</updated><title type='text'>O aproveitamento e a reciclagem do lixo</title><content type='html'>&lt;!--    &lt;p class="autor-interna"&gt;    Letícia Freire  &lt;/p&gt;    --&gt;      &lt;p&gt;     &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;José Eustáquio Diniz Alves*&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="img alignleft size-full wp-image-26093" style="width: 250px;"&gt;  &lt;a href="http://mercadoetico.terra.com.br/website/wp-content/uploads/2010/07/lixo-urbano.jpg"&gt;&lt;img src="http://mercadoetico.terra.com.br/website/wp-content/uploads/2010/07/lixo-urbano.jpg" alt="" height="168" width="250" /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;div&gt;Estudo do IPEA mostra que se a sociedade brasileira reciclasse todos os resíduos urbanos que são encaminhados aos lixões e aterros, poderíamos economizar cerca de R$ 8 bilhões ao ano. &lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;p&gt;Muitas pessoas se preocupam com o impacto dos atuais quase 7 bilhões de habitantes do mundo. Evidentemente o elevado número de pessoas no Planeta é um fator de pressão sobre o meio ambiente.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Acontece que a população vai continuar crescendo até algo em torno de 9 bilhões de habitantes, pois o mundo ainda tem uma estrutura etária relativamente jovem. Somente com o aprofundamento da transição demográfica a população vai parar de crescer. Mas o meio ambiente não pode esperar a “inércia demográfica”. O que fazer então?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255); font-size: xx-small;"&gt;.&lt;/span&gt;Uma alternativa é diminuir o consumo. Mas, isto também não é simples, pois existem bilhões de habitantes que não possuem condições adequadas de sobrevivência e lutam por uma vida com mais conforto, com mais educação e saúde, com melhores condições de habitação e lazer, etc. A China, por exemplo, é um país que controlou o crescimento da população, mas liberou o crescimento do consumo e já é o maior mercado para alimentos, moradias, eletrodomésticos, motocicletas, automóveis, celulares, etc.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Uma população maior, com um consumo maior, gera uma montanha maior de lixo e resíduos. Desta forma, a produção e o consumo humanos agridem a natureza duplamente: primeiro sugam os recursos naturais, depois devolvem um volume imenso de lixo que volta para a natureza poluindo os rios, os oceanos, o ar, os terrenos e degradando o meio ambiente. Mesmo o lixo recolhido em aterros sanitários é fonte de poluição e ocupa terrenos e áreas cada vez maiores em torno das grandes cidades.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Sem dúvida precisamos reduzir o consumo supérfluo per capita da humanidade, em especial, daqueles e daquelas que tem alto padrão de consumo conspícuo. Também precisa haver uma melhor distruibuição do acesso aos bens materiais entre e intra os países. Mas uma forma de mitigar e reduzir os danos do consumo médio excessivo da humanidade é por meio de um adequado tratamento e aproveitamento do lixo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As estatísticas mostram que, no Brasil, são gerados 240 mil toneladas de lixo urbano por dia. Pequena parte é reciclada e a maior parte (fora aqueles que são jogados diretamente no mato, rios e oceanos) vai para aterros sanitários ou lixões. São mais de 200 mil toneladas de lixo e resíduos que ocupam espaço, degradam o ambiente, geram doenças. A decomposição do lixo produz metano (CH4), gás carbônico (CO2) e outras gases poluentes que reforçam o aquecimento global. O chorume, por exemplo, se infiltra no solo e contamina os lençóis freáticos, com o seu alto teor de acidez e bactérias.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em alguns aterros, se implantou um sistema de captação de gás metano para gerar energia. Existem usinas pilotos (Usinaverde) que são capazes de transformar 30 toneladas de lixo, por dia, em energia suficiente para atender 20 mil habitantes. Portanto, se todo o lixo produzido no país fosse transformado em energia poderíamos economizar bilhões na queima de petróleo e carvão vegetal e mineral. Existem também biodigestores anaeróbicos capazes de processar o lixo em sua forma “natural”, tal como é coletado pelos caminhões nas residências, em energia útil para as residências e as comunidades. Além de gerar energia, o reaproveitamento dos resíduos contribui para mitigar o impacto sobre o meio ambiente, possibilitando reciclar papéis, plásticos, vidros, metais, etc, o que gera empregos e minimiza problemas de saneamento e saúde pública.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA, 2010) mostra que se a sociedade brasileira reciclasse todos os resíduos urbanos que são encaminhados aos lixões e aterros, poderíamos economizar cerca de R$ 8 bilhões ao ano. Hoje, a economia gerada com a atividade de reciclagem varia de R$ 1,3 a 3 bilhões anualmente. Apenas 14% da população brasileira conta com o serviço de coleta seletiva, e somente 3% dos resíduos sólidos urbanos gerados nas cidades são coletados nos municípios. Neste mês de julho, o Congresso aprovou a Política Nacional de Resíduos Sólidos, sendo obrigação da União, Estados e municípios elaborar e executar planos para tratar os resíduos sólidos, com novas regras para o manejo desse tipo de lixo e a fixação de metas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A própria coleta do lixo requer um investimento adequado. O modelo implementado na cidade de Barcelona tem servido de exemplo para diversas outras cidades. O esquema catalão de coleta de lixo evita as sujeiras das ruas, causadas por latas de lixo, e evita a circulação de caminhões e a queima de óleo diesel, deixando a cidade mais agradável, silenciosa, limpa e até cheirosa. O sistema é simples (mas não barato), a população recolhe o lixo e o coloca em tubos ligados a um sugador subterrâneo, que leva o lixo até um centro de coleta, onde passa por uma triagem e é transportado para uma usina de reciclagem, afastada da cidade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Desta forma, o aproveitamento e tratamento do lixo, desde as residências até as usinas de reciclagem e produção de energia, são uma forma de mitigar o impacto das atividades humanas sobre o meio ambiente. Sem dúvida, a pegada ecológica humana pode ter uma redução considerável se o lixo deixar de ser tratado na velha acepção da palavra lixo (restos, entulhos, sujeira, imundície, coisa sem valor), e, sim, for tratado como insumo de materiais reciclados e como fonte de energia.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;* José Eustáquio Diniz Alves, colunista do EcoDebate, é Doutor em demografia e professor titular do mestrado em Estudos Populacionais e Pesquisas Sociais da Escola Nacional de Ciências Estatísticas - ENCE/IBGE; expressa seus pontos de vista em caráter pessoal. E-mail: jed_alves@yahoo.com.br&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(EcoDebate)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-7269753880429308047?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/7269753880429308047'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/7269753880429308047'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/07/o-aproveitamento-e-reciclagem-do-lixo.html' title='O aproveitamento e a reciclagem do lixo'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8646804628496672923.post-2023194272515481675</id><published>2010-07-09T00:22:00.000-03:00</published><updated>2010-07-09T00:23:01.999-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PNRS'/><title type='text'>Senado aprova Política Nacional de Resíduos Sólidos</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Cristina Ávila, do MMA &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Depois de 21 anos de tramitação no Congresso Nacional, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) foi aprovada pelo Senado na noite desta quarta-feira (7/7). No mesmo dia, à tarde, a PNRS havia sido debatida e aprovada nas Comissões de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), de Assuntos Sociais (CAS), de Assuntos Econômicos (CAE), de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) da Casa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nas comissões, a votação foi tranquila, com apreciação de relatórios praticamente iguais dos senadores César Borges (PR-BA) e Cícero Lucena (PSDB-PB). A única diferença foi a retirada do inciso 3, artigo 54, que enquadrava como crime ambiental o descarte de lixo em locais inadequados, o que poderia penalizar o cidadão comum com quatro anos de prisão.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, comemorou o resultado. “Com a aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, o Brasil passa a ter um conjunto de instrumentos inovadores para a solução dos problemas do lixo no País”. Ela enfatizou a definição a respeito da gestão compartilhada nas responsabilidades da sociedade, empresas, prefeituras e governos estaduais e federal na gestão dos resíduos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O substitutivo ao projeto de lei (PLS 354/89) que institui a Política foi aprovado no início da tarde de hoje (7/7) e seguiu para o plenário do Senado em caráter de emergência. O secretário nacional de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano, do MMA, Silvano Silvério, que coordenou o processo de debate entre Executivo e o Congresso, disse que o encaminhamento da matéria ao Legislativo, em setembro de 2007, acelerou a tramitação dessa política que já durava mais de duas décadas. “Essa iniciativa nunca havia sido tomada pelo Executivo”.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ele ainda comentou que Câmara e Senado contribuiram para melhorar ainda mais o projeto e colocar o Brasil em posição compatível com a União Européia em relação à legislação que se refere aos resíduos sólidos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;“É um dia histórico. Essa é uma luta de quase 21 anos. A matéria é complexa e vem sendo discutida por todo esse tempo por diferentes setores da sociedade. A aprovação é extremamente importante para o meio ambiente e para a saúde em todo o País”, afirmou o relator César Borges.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O senador Cícero Lucena destacou que a aprovação é também um estímulo para a geração de renda, pois prevê incentivos a cooperativas e outros tipos de organizações de trabalhadores envolvidos com os processos de resíduos, como os catadores.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;(MMA)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8646804628496672923-2023194272515481675?l=blog.queroreciclar.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/2023194272515481675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8646804628496672923/posts/default/2023194272515481675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://blog.queroreciclar.com.br/2010/07/senado-aprova-politica-nacional-de.html' title='Senado aprova Política Nacional de Resíduos Sólidos'/><author><name>Marco Sulzbacher</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry></feed>
